mercoledì 27 aprile 2011

Martha Alegría Valladares na Galeria IPSAR - 12 de Maio

Nei lavori di María Martha Alegría nulla è esasperato e con tratti raffinati e gentili, così come lei è, riesce a tradurre in strutture di serena compostezza le emozioni percepite nel suo vivere quotidiano, rinnovate da una sensibilità tutta particolare, capace di isolare la parte migliore di quanto le succede intorno. Senza nessuna rinuncia, sulla tela appare solo quanto lei è riuscita a vedere, restituendo la commozione del vivere in pochi tratti semplici e luminosi, ma che racchiudono esperienze ben complesse. È l’elaborazione di un ardito processo di sintesi dove l’idea catturata è riscoperta con la semplicità di un fanciullo, epperò coscientemente rappresentata con il rigore e la disciplina della maturità di stile.


Alfredo Maria Pergolizzi



Il Rettore dell’Istituto Portoghese di Sant’Antonio in Roma
Mons. Agostinho da Costa Borges


sotto l’alto patrocinio di S. E. l’Ambasciatore del Portogallo Presso la Santa Sede

Dott. Manuel Tomás Fernandes Pereira

In collaborazione con l'Ambasciata della Repubblica di Honduras presso la Santa Sede
nella persona S.E. l’Ambasciatore Alejandro Emilio Valladares Lanza



ha il piacere di invitare la S.V. all’inaugurazione della mostra personale di



Martha Alegría de Valladares

TROPICO


che avrà luogo l’12 maggio 2011 alle ore 19.00


La mostra rimarrà aperta fino al 29 maggio 2011


dal mercoledì alla domenica, dalle ore 16.00 alle ore 19.00


Ingresso libero



Istituto Portoghese di Sant’Antonio in Roma
Via dei Portoghesi, 6 - 00186 Roma

mercoledì 20 aprile 2011

5 maggio - GIULIA LANCIANI, Grande Ufficiale dell’Ordem do Infante Dom Henrique




Il Magnifico Rettore, Prof. Guido Fabiani,
e
S.E. l’Ambasciatore del Portogallo, Fernando d’Oliveira Neves,





sono lieti di invitare la S.V. alla Cerimonia di Conferimento della Onorificenza
di Grande Ufficiale dell’Ordem do Infante Dom Henrique





al Chiar.mo Prof. Giulia Lanciani

Giovedì 5 maggio 2011 alle ore 12.00
Aula Magna della Facoltà di Lettere e Filosofia
Via Ostiense 234/236 – 00146 Roma

RSVP: Ufficio Cerimoniale e Promozione
tel. 06 57332.207-233-320
e-mail: cerimoniale@uniroma3.it




O Magnífico Reitor, Prof. Guido Fabiani,
e
S.Exa. o Embaixador de Portugal, Fernando d’Oliveira Neves,
têm a honra de convidar V.Exa. para a Cerimónia de Condecoração
da Professora Doutora Giulia Lanciani
com o Grau de Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique

5ª feira, 5 de Maio 2011, às 12.00
Aula Magna da Faculdade de Letras e Filosofia
via Ostiense, 234/236 – 00146 Roma

RSVP: Ufficio Cerimoniale e Promozione
tel. 06 57332.207-233-320
e-mail:
cerimoniale@uniroma3.it








martedì 19 aprile 2011

MARCO MORONI: O Museu Ideal



Ao desafio de escreverem sobre “um museu ideal” responderam alguns alunos, cujas composições aqui se publicam...


O museu ideal



Conheço um filme com o título “Uma noite no museu” onde, de maneira fantástica, alegre e divertida, se conta uma história que acontece num museu de Nova York. Um museu que durante o dia é normal, ordinário, onde os visitadores podem admirar e ouvir falar sobre os homens de cera e os animais embalsamados, sobre a estátuas e as reconstruções históricas que nele há.


Mas, de noite, a cada noite, acontece algo de incrível: no museu tem vida. Todo o conteúdo que há no edifício muda, torna-se vivo, verdadeiro. Então: os “anticos romanos” querem fazer guerra aos outros povos, Átila quer matar qualquer homem que atravesse o sítio onde ele está, os macacos querem fazer uma coisa só: barulho.


No filme, como tinha dito, tudo isso acontece de maneira divertida, mas, em meu parecer, tanto fantástica quanto absurda – no sentido positivo – de ser vivida. Quem não desejou, pelo menos uma vez, falar com Colombo? Claro o filme é só uma brincadeira, uma comédia que quer fazer rir, mas, ao mesmo tempo, acho que pode representar o desejo que todos nós temos talvez: viver, por uma noite também, qualquer coisa de incrível: viver a história.


MARCO

IVANA BARTOLINI: a Biblioteca Ideal


A nossa aluna Ivana não falou de um museu ideal, mas de uma biblioteca...


A BIBLIOTECA IDEAL



Gostei sempre de livros. Em criança a cada festa do dia de Reis encontrava um livro junto aos outros brinquedos.
Os primeiros livros eram fábulas como a Branca de neve e os sete anões, Cinderela, Chapéuzinho vermelho, Depois eram contos como: Sapatos prateados, Mulheres pouco, A cabana do tio Tom, etc.
O meu pai escrevia-me sempre uma dedicatória. Ainda hoje leio aquelas frases e sinto a sua voz. Se calhar, já naquela altura, pensava fazer um dia uma minha biblioteca pessoal e ideal.
Não sei agora se tenho sido capaz de realizar tudo isso. Na minha casa tenho uma colecção de livros. São livros de narrativa, literatura clássica italiana e estrangeira, de viagens. Mas os livros de que gosto mais são aqueles de poesia. A poesia conquistava sempre a minha atenção. Viveria num mondo de poesia.
Gostaria ter uma grande casa e no interior fazer uma grande biblioteca cor de marfim, como aquela de Mafra, onde o argumento dos livros seja só poesia. Seja antiga e seja moderna. Gostaria também organizar encontros, debates numa partilha de conhecimentos, de impressões, experiências entre culturas diferentes.
Uma sessão deveria ser dedicada a uma sala de escrita criativa onde as pessoas se encontram para escrever poesias no silêncio que é próprio destes lugares.
Outras poesias nasceriam e andariam ao longo do tempo par ser conhecidas. Encontrei em Portugal muita poesia. E, se calhar, foi por isso que gostei e gosto do País.
São palavras de grandes poetas ou não. Estão escritas sobre as paredes dos prédios, nos jardins, nas praças, por todo o lado.
Esta minha biblioteca ideal deveria nascer num lugar entre o mar e o céu, fora da grande confusão das cidades.
Acho que só assim a mente pode encontrar-se com a alma e criar pequenas e grandes obras-primas que ficariam como património literário para as gerações de hoje em diante.


IVANA BARTOLINI

lunedì 18 aprile 2011

ABITO, dia 21, colecção de Lidija Kolovrat



21 aprile 2011, Roma

LIDIJA KOLOVRAT SHOWCASE
ABITO

SIAMO LIETI DI INVITARVI DA

ABITO


via Panisperna, 61 - Roma

(+ 39 06 4881017


abito61.blogspot.com)


GIOVEDI 21 APRILE
PER LA PRESENTAZIONE DELLA COLLEZIONE E ACCESSORI DI MODA DI LIDIJA KOLOVRAT

SAREMO APERTI AL PUBBLICO DALLE 18.

PER PRENOTAZIONI DURANTE TUTTO IL GIORNO PER FAVORE CONTATTARE:

Hugo Madureira
hugo@lidijakolovrat.org +351 916948044.
ABITO – WimaSilvestri
Abito61@gmail.com +39 06 4881017
61 Via Panisperna, Roma







LIDIJA KOLOVRAT SHOWCASE


ABITO




Convidamo-lo a visitar a ABITO no próximo dia 21,


para a apresentação da colecção e acessórios de moda de Lidija Kolovrat.




Estaremos abertos ao público a partir das 6.00h




Para marcações ,durante todo o dia, por favor contactar:

Hugo Madureira hugo@lidijakolovrat.org +351 916948044.

ABITO – Wima Silvestri Abito61@gmail.com +39 06 4881017 61 Via Panisperna, Roma

ISABELLA MANGANI: O Museu Ideal


Ao desafio de escreverem sobre “um museu ideal” responderam alguns alunos, cujas composições aqui se publicam...


O museu ideal


Caros amigos e colegas, aqui estou hoje para vos apresentar os resultados da minha pesquisa, que durou 5 anos e me levou aos quatro cantos do mundo. O Excelentíssimo Senhor Doutor Engenheiro e Senador Bompensamento, chefe do Comité para a difusão da Cultura Global – que como sabem nasceu depois da Revolução das Frésias – teve a bondade de me nomear Grande Exploradora dos Futuros Possíveis e deu-me a tarefa de identificar o museu ideal aqui na nossa Confederação dos Estados Terrestres.


Viajei muito, visitei todos os grandes museus do planeta, mas confesso-vos que me dediquei sobre tudo a falar com as pessoas: velhotes e crianças, jovem adultos, homens e mulheres e tudo o que está no meio e para além destas etiquetas.


Descobri algumas coisas que me deixaram espantada, cheia de maravilha e que vos vão surpreender também. Às vezes deveríamos, todos nós que estamos aqui sentados nas nossas poltronas acolchoadas, deveríamos sair para a rua e falar com a gente. E ao mesmo tempo – eu sei, caros colegas, quanto isto é complicado – ficar a ouvi-la, elaborar o que ouvimos e pô-lo em prática. Quantas vezes nem prestamos atenção uns aos outros mesmo aqui dentro? Já são muitos os progressos registados desde a Revolução, mas ainda há muito para fazer. Não marquemos passo, colegas! Os nossos antecessores deixaram-se cegar pelo poder, e todos sabemos como acabou. Foi por isso que o Comité decidiu construir o “museu ideal”: um lugar onde, enfim, toda a gente poderá “aprender do passado e viver o presente com um olhar no futuro” (este é o lema da iniciativa).


Assim, falando e escutando, compreendi que a gente da rua tem muitas boas ideias e que é muito mais aculturada do que ela mesma acha. Ao meu perguntar qual seria o seu museu ideal, uma mendiga em New Orleans disse que nem sabia ler, ma se tivesse tido dinheiro bastante para um bilhete, adoraria “visitar um jardim de rosas e saber como funciona uma estufa”; na Holanda, um rapaz muito cético com um skate debaixo do braço disse que os museus contêm “coisas mortas” e o que ele gosta são rios, que flúem como as rodas do seu skate, e que se houvesse um “museu dos rios” ele lá iria; um senhor japonês disse-me que num museu queria “ver e tocar a verdade”; uma menina queniana acrescentou que queria “ter a possibilidade de escolher” ... e por aí adiante. Tudo isto me lembrou das minhas leituras de filosofia e não só. Lembrei-me duma frase de um livro do Erik Orsenna, linguista, jornalista, amigo das crianças e portanto da humanidade: era simplesmente assim, “a única verdade é a escolha, a possibilidade de escolher”. Por sua vez, esta parece uma elaboração duma célebre frase do filósofo apólide Jiddu Krishnamurti: “A Verdade é uma terra sem caminhos”. Isto deixou-me refletir sobre a possibilidade de aprender com experiências passadas e a necessidade de achar o próprio caminho sem dogmas.


Colegas, amigos, e Excelentíssimo Senhor Doutor Engenheiro e Senator Bompensamento a minha proposta para o museu ideal é de não construir nenhum prédio além dos que já existem. A minha proposta estratégica vai ser esta: a adopção de medidas (em sinergia com todos os media) para que a palavra “museu” volte a comunicar o seu conceito originário, ou seja “templo, lugar sacro e consagrado (às Musas)”, lugar onde a experiência é ativa. As palavras influenciam a língua e a língua influencia a realidade. Segunda e interessante tarefa vai ser de desenvolver meios de transporte ecocompatíveis e baratos para dar a quem quer que seja a possibilidade de ir, conhecer e escutar coisas, pessoas e experiências ao vivo e nos lugares a eles consagrados, sem construir réplicas e réplicas por todo o mundo. Proponho portanto de desenvolver em série a máquina do teletransporte que foi recentemente patenteada. E não façam desaparecer o projeto como aconteceu no século passado ao do duche que recicla a água, está bem?


ISABELLA MANGANI

ALESSANDRO CANNARSA: O Museu que queria visitar


Ao desafio de escreverem sobre “um museu ideal” responderam alguns alunos, cujas composições aqui se publicam...


O museu que queria visitar

“A sala que agora vamos visitar é a do pequeno faraó, o monarca do antigo reino. Como se vê, o sarcófago (que é muito curto: só 1 metro!) revela uma enorme ostentação de riqueza (de facto trata-se da personagem mais rica do tempo, ainda que muitos digam que isto é o resultado de uma série de roubos, evasões e enganos). A múmia está muito bem guardada, e ainda são visíveis os cabelos postiços e os rastos da maquilhagem, e parece que o processo de mumificação foi iniciado muito antes da sua morte. Ao lado do faraó vêem-se os sarcófagos ajoelhados dos seus dois sacerdotes, “Fé” e “Fiel”, que também eram os seus porta-vozes, e aos seus pés o do chefe do seu gineceu, “Lelé”, que tinha a tarefa de lhe arranjar novas meninas para as suas ceias litúrgicas, que chamava de “Bun-gabum-gá”. Os hieróglifos na faixa baixa do sarcófago narram a terrível luta que o pequeno faraó teve de combater contra a cruel seita dos “Juízes”, que não obstante o voto da maioria dos egípcios tentavam destruir o seu justo poder. A seguir os enterros do “Ke-diní” e dos outros escravos. Coitado do pequeno faraó!”.

ALESSANDRO CANNARSA