mercoledì 11 maggio 2011

Carlos Barahona Possollo - Il Pittore e la Luce - dal 20 maggio a Roma



Galleria P.G.D.s.r.l.

Via della Scrofa, 111/112

00186, Roma

tel. 0668308556


Luiz Ruffato tradotto in Italiano e pubblicato da La Nuova Frontiera


Sono stato a Lisbona e ho pensato a te, Luiz Ruffato

http://www.lanuovafrontiera.it/index.php?option=com_content&view=article&id=393:sono-stato-a-lisbona-e-ho-pensato-a-te-luiz-ruffato&catid=1:liberamente&Itemid=2


Sérgio ha un figlio e un’ex-moglie, qualche amico, un motorino e il vizio di fumare. Una volta aveva anche un lavoro, ma poi lo ha perso. In realtà, non ha più nessun motivo per rimanere a Cataguases, la sperduta cittadina brasiliana dove è nato. Tanto vale, allora, partire e andarsene in Portogallo, a fare fortuna. Anche perché il signor Oliveira gli ha detto che quello è il “miglior paese del mondo” per chi non ha paura di faticare e vuole diventare ricco alla svelta. Sérgio, allora, fuma la sua ultima sigaretta e se ne va in Europa.Un romanzo straordinario, caustico e commovente. Un piccolo capolavoro che racconta la vita ai tempi del permesso di soggiorno e ci dice chiaramente cosa stiamo diventando.


Luiz Ruffato è nato nel 1961 a Cataguases, nello stato di Minas Gerais. Prima di diventare uno scrittore, ha venduto pop-corn, ha fatto il cameriere, il commesso, l'operaio in un'industria tessile, il tornitore metallurgico, il giornalista, il libraio e il ristoratore. Oggi è unanimemente considerato il romanziere più interessante e originale della letteratura brasiliana contemporanea. Tradotto, pubblicato e pluripremiato in diversi paesi, Ruffato è riuscito nel giro di pochi anni a imporsi nel panorama letterario internazionale, raccontando un Brasile diverso, lontano dagli stereotipi e ancora tutto da scoprire per i lettori italiani.


Traduzione dal portoghese (Brasile) Gian Luigi De Rosa, Pp 96 - euro 12,00 - ISBN 978-88-8373-153-2

16 marzo, ore 12: Luiz Ruffato na Roma Tre


Conferenza dello scrittore brasiliano Luiz Ruffato, dal titolo "A imigração como tema literário" introdotta dal Prof. Gian Luigi De Rosa (lusitanista dell'Università del Salento), lunedì 16 maggio, ore 12:00 nella Facoltà di Lettere e Filosofia dell'Università degli Studi Roma Tre– Aula 23.

Portogallo paese ospite del Festival Internazionale del Film Documentario di Trieste - NodoDocFest



Portugal é o país convidado da V edição do prestigiado Festival de Cinema Documental de Trieste (NodoDocFest) que decorre nesta cidade italiana entre 11 e 16 de Maio. Pela primeira vez este Festival apresenta uma secção inteiramente dedicada a um país e à sua cinematografia na secção Panorama.


Serão apresentadas obras de 16 cineastas portugueses e deslocar-se-ão a Trieste, autores, programadores e críticos desta área.

Esta iniciativa teve a colaboração da Embaixada de Portugal em Roma e do Festival de Cinema Documental DocLisboa e o apoio do Instituto Camões.





Portogallo Paese ospite alla V edizione del prestigioso Festival Internazionale del Film Documentario di Trieste - NodDocFest, che si svolgerà dall'11 al 16 maggio. E' la prima volta che questo Festival presenta una sezione interamente dedicata a un paese e alla sua cinematografia, nella sezione Panorama.

Saranno presentate opere di 16 cineasti portoghesi e si recheranno a Trieste autori, programmatori e critici del settore.

Tale iniziativa ha avuto la collaborazione dell'Ambasciata del Portogallo a Roma, del Festival del Cinema Documentario "DocLisboa" ed il sostegno dell'Instituto Camões.





Agradecemos a informação ao Prof. Paulo Cunha e Silva, Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal junto do Estado italiano.

lunedì 2 maggio 2011

5 maggio, ore 12: GIULIA LANCIANI Grande Ufficiale dell’Ordem do Infante Dom Henrique



Il Magnifico Rettore, Prof. Guido Fabiani,
e
S.E. l’Ambasciatore del Portogallo, Fernando d’Oliveira Neves,




sono lieti di invitare la S.V. alla Cerimonia di Conferimento della Onorificenza
di Grande Ufficiale dell’Ordem do Infante Dom Henrique




al Chiar.mo Prof. Giulia Lanciani

Giovedì 5 maggio 2011 alle ore 12.00
Aula Magna della Facoltà di Lettere e Filosofia
Via Ostiense 234/236 – 00146 Roma

RSVP: Ufficio Cerimoniale e Promozione
tel. 06 57332.207-233-320
e-mail: cerimoniale@uniroma3.it







O Magnífico Reitor, Prof. Guido Fabiani,
e
S.Exa. o Embaixador de Portugal, Fernando d’Oliveira Neves,




têm a honra de convidar V.Exa. para a Cerimónia de Condecoração




da Professora Doutora Giulia Lanciani




com o Grau de Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique

5ª feira, 5 de Maio 2011, às 12.00
Aula Magna da Faculdade de Letras e Filosofia
via Ostiense, 234/236 – 00146 Roma

RSVP: Ufficio Cerimoniale e Promozione
tel. 06 57332.207-233-320
e-mail:
cerimoniale@uniroma3.it


STEFANO VALENTE: Anglofilia linguística: problema verdadeiro?



Texto do nosso brilhante aluno Stefano Valente, a quem agradecemos a continuada e qualificada colaboração com este blogue.



Tem algum sentido opormo-nos à penetração de elementos doutras línguas no nosso próprio idioma? E, nomeadamente, a termos que nos vêm do inglês?
Na época da globalização planetária, forte pela sua predominância económica, o Ocidente anglo-saxão acaba para ser veiculado nas culturas dos quatro cantos do mundo mesmo por meio das palavras. Essas são tomadas na sua forma original (pensemos em jeans, quase universal), ou vêm adaptadas à fonologia – senão apenas à ortografia – da língua que as recebe (é o caso do português basquetebol < ingl. basket-ball), ou ainda dessas é feita a tradução literal (o que em linguística se chama tecnicamente calco por tradução): como o que acontece com skyscraper – que se torna gratte-ciel em francês, grattacielo em italiano, rascacielos em espanhol e arranha-céu em português (apenas em alemão e neerlandês – para não sairmos do âmbito das línguas europeias “maiores”) o conceito de ‘céu’ fica substituído por ‘nuvem’, Wolk em ambos os idiomas, gerando assim Wolkenkratzer e wolkenkrabber).
A questão, porém, que nessa altura faz com que o inglês (ou o “americano”) se destaque pela sua maciça influência nos vocabulários estrangeiros, tem actuado e repetido várias vezes no curso dos séculos e tendo por sujeito línguas diferentes. Consideremos, por exemplo, quantas palavras de origem grega ainda gozam de óptima saúde em qualquer parte do mundo (russo demokratii, democracia; turco felsefe, filosofia; etc.). Ou o enorme número de lexemas, já franceses, que ingressam no inglês médio – idioma germânico – depois da conquista normanda da ilha, em 1066 (ao ponto que o inglês moderno fica cheio de duplos, germânicos e românicos: time/tense, strength/force, freedom/liberty, wedding/marriage, etc.). Para não falarmos na importância do francês no século XIX, língua geral europeia (mas também da aristocracia e da alta burguesia brasileiras), ou na do italiano, através da ópera, no século XVIII.
Como servem para comunicar, os idiomas são o espelho fiel – ou melhor o recipiente, o espaço de acção – da cultura intelectual e material nas quais se desenvolvem. As situações de contacto e interferência criam novas realidades e, o mais das vezes, introduzem significados e objectos antes totalmente desconhecidos. O prestígio – económico, político, estratégico-militar – dos países dominantes (e dos seus falantes) faz o resto. Se valesse o contrário, então hoje não seria preciso os japoneses dizerem makudonaru quando resolvem jantar num pronto-a-comer (não necessariamente um McDonald’s). E pense-se na palavra banana, entrada praticamente em todos os lugares por meio dos exploradores portugueses e espanhóis que, no século XVI, descobriram o fruto – e o nome dele – numa fala da Guiné (provavelmente o wolof).
Aliás, temos de dizer que algumas línguas são muito mais receptivas e, digamos assim, “dóceis” do que outras, no que diz respeito à penetração do léxico estrangeiro. É verdade que o italiano é um dos idiomas mais anglófilos entre as línguas neolatinas. Contudo, umas políticas linguísticas excessivamente conservadoras – como a do Haut Comité pour la Défense et l’Expansion de la Langue Française – produz às vezes escolhas que aparecem gratuitas e não sem um qualquer ridículo (como pare-feu por firewall ou fenêtre intruse por pop-up).
São os falantes, afinal, a resolverem qual palavra adoptarem. A língua sempre obedece a critérios de economia e conveniência – quer de clareza e brevidade, quer de autoridade – para os seus utilizadores.



STEFANO VALENTE

Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP - 5 de Maio





O dia 5 de maio será marcado por comemorações não só na sede, em Lisboa, mas também nos centros culturais espalhados por vários países.


Lisboa - Uma exposição de livros de autores de língua portuguesa traduzidos para outros idiomas, a leitura de textos literários da língua portuguesa e uma sessão de música com letras de poetas lusófonos pelo cantor Manuel Freire assinalam em Lisboa, no Instituto Camões (IC), a 5 de maio, o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Manuel Freire, conhecido pela sua interpretação de Pedra Filosofal, é autor de um álbum com o seu nome, de 1979, em que musicou poemas de António Gedeão, José Gomes Ferreira, Fernando Assis Pacheco, Eduardo Olímpio, Sidónio Muralha e José Saramago.A rede no exterior de centros culturais, centros de língua e leitorados do IC e as embaixadas portuguesas vão também marcar a data com "cadeias de leitura" de autores de língua portuguesa, a exibição de filmes de criadores dos oito países da CPLP e outras atividades, por vezes em parceria com as representações dos restantes estados membros.Em diversos pontos do mundo, as representações dos países da CPLP juntam-se para assinalar o dia, como acontecerá pelo menos em Espanha, Hungria, Canadá e Egito.O sítio do IC na internet criou entretanto uma página dedicada à data, onde a par de notícias e referências aos eventos programados, podem ser lidos textos de autores de língua portuguesa.Trata-se da segunda vez que os países da CPLP comemoram este dia, instituído a 20 de julho de 2009, por resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, realizada na Cidade da Praia, Cabo Verde.O documento da CPLP justificava a decisão pelo facto de a língua portuguesa constituir, entre os povos da comunidade, "um vínculo histórico e um património comum resultantes de uma convivência multissecular que deve ser valorizada".As embaixadas dos países da CPLP em Madrid organizam um ciclo de conferências dedicado ao tema Língua Portuguesa – Língua Global, procurando responder aos esforços de difusão e promoção internacional previstos no Plano de Ação de Brasília, de 2010.Em Budapeste, as embaixadas de Angola, Brasil e Portugal, o IC, a associação de estudantes e o departamento de Estudos Portugueses da Universidade Elte estabeleceram em conjunto um programa que, além de uma sessão oficial, terá uma conferência sobre A História do Fado, apresentada por Alcides Murtinheira, leitor do IC em Viena, a apresentação de danças brasileiras e africanas no Centro Cultural Brasileiro e uma exposição de fotografias, cedidas pela Embaixada de Angola em Budapeste e pelo Centro Cultural Brasileiro.O programa para o dia em Otava, no Canadá, inclui palestras dos embaixadores residentes dos países da CPLP, uma breve exposição sobre a produção literária no espaço da comunidade, a leitura de contos e a exibição de um filme.Na capital alemã, Berlim, a inauguração da Exposição de Azulejos Portugueses na Freie Universität serve de abertura às atividades dedicadas ao Dia da Língua Portuguesa.A celebração do Dia da Língua Portuguesa terá lugar em Brasília no Centro Cultural Português/Instituto Camões (CCP/IC), com a realização de um ‘Café Camões’ especial.Em Moçambique, a rede do IC – que compreende nomeadamente os seus centros de língua portuguesa de Maputo, Gaza, Beira, Quelimane e Nampula – comemora o ‘Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP’ através da colaboração com a Faculdade de Ciências de Linguagem, Comunicação e Artes da Universidade Pedagógica na organização das V Jornadas da Língua Portuguesa, com o tema O Ensino da Língua Portuguesa em Contextos Multiculturais e Multilingues. O evento decorrerá em Nampula, no norte do país, a 5 e 6 de maio.O CLP/IC de Maputo conta ainda organizar uma exposição das obras literárias de autores de língua portuguesa mais requisitadas nesse centro.A realização de uma semana da CPLP, com cinema e outras activdiades, está prevista para o mês de maio pelo CCP/IC de São Tomé e Príncipe.Fora da CPLP e ainda em África, e por iniciativa conjunta de Angola - que tem a presidência semestral da CPLP-, Brasil, Moçambique e Portugal, com o apoio do leitorado de Português na Universidade de Ain Shams, o dia é assinalado no Cairo,com música, fotografia, vídeo e gastronomia, em representação dos países presentes. Pela parte portuguesa contar-se-á com a atuação da fadista Cristina Nóbrega.