lunedì 9 marzo 2009

Teresa Vale - Bernini e Ferrata em Portugal


Foi publicado em italiano num volume organizado pela Scuola Superiore Normale di Pisa, dedicado às relações entre Portugal e Itália um texto da historiadora da arte portuguesa, Teresa Leonor M. Vale: "La Fontana di Nettuno nei Giardini del Palazzo di Lisbona dei Conti di Ericeira, Un’Opera di Gian Lorenzo Bernini e Ercole Ferrata in Portogallo”.



Com mais esta importante contribuição, a Professora Teresa Vale vai ilustrando e alargando a nossa visão sobre as relações artísticas entre Roma e Lisboa.



Muitos parabéns!





VER: Monica LUPETTI, (coord. de), Traduzioni, Imitazioni, Scambi tra Italia e Portogallo nei Secoli. Atti del Primo Convenio Internazionale, Scuola Superiore Normale di Pisa, 15-16 Outubro 2004, Biblioteca dell’ “Archivum Romanicum”, Serie I: Storia, Letteratura, Paleografia, Vol. 344), Florença, Leo S. Olschki Editore, 2008.

http://www.unilibro.it/find_buy/Scheda/libreria/autore-non_specificato/sku-13030357/traduzioni_imitazioni_scambi_tra_italia_e_portogallo_nei_secoli_atti_del_1_colloquio_internazionale_pisa_15_16_ottobre_2004__.htm

Poesia portuguesa em Nápoles


POESIA CHE MAGIA
Quinta edizione di Girogirotondo cambia il mondo
Un progetto di KOLIBRI ideato da Donatella Trotta


EVENTI


1)
RITMI PORTOGHESI
ILLUSTRAZIONE E POESIA LUSITANA


Inaugurazione della Mostra
Alla presenza dell’Ambasciatore del Portogallo e delle Autorità cittadine

Castel dell’Ovo – Salone delle Cortigiane – 3 Marzo 2009 – ore 18,00
La Mostra resterà aperta fino al 26 Marzo



2)
Incontro con il Deputato Manuel Alegre
Sarà presentata la sua opera poetica e la figura e l’opera di Sophia de Mello Breyner
reading
Venerdì 13 Marzo 2009 – ore 17
Palazzo Du Mesnil – Via Chiatamone 61-62 – Napoli

3)
Presentazione del libro di Manuel Alegre CANE COME NOI, ed. Il Filo
Ne parleremo con l’Autore insieme a Donatella Trotta.
Mattinata di Autografi
Sabato 14 Marzo 2009 – ore 11,30
Libreria FNAC
Via Luca Giordano, 59 - Napoli

4)
Incontro con la poetessa Vera Lucia de Oliveira
reading
Mercoledì 18 Marzo 2009 – ore 17
Palazzo Du Mesnil – Via Chiatamone 61-62 – Napoli


Assinalação da Professora Maria Luisa Cusati, a quem muito agradecemos.


Associazione Italia - Portogallo

c/o Consolato del Portogallo

Via Nardones, 118

80132 NAPOLI - Italia



"Um filme falado" de Oliveira na Casa del Parco da Pineta Sacchetti



Num breve ciclo cinematográfico que terá lugar na Casa del Parco da Pineta Sacchetti, vai ser projectado projectado na quinta-feira dia 26 de Março "Um filme falado" de Manoel de Oliveira.

Agradecemos a assinalação de Roberta Spadacini.

Quinto encontro de Italianística em Coimbra



Ainda no âmbito da XI Semana Cultural da Universidade de Coimbra, teve lugar a conferência internacional “OS PALERMAS DE COIMBRA - QUINTO ENCONTRO DE ITALIANÍSTICA”, organizado pelo Instituto de Estudos Italianos da Universidade de Coimbra com as participações de Giuseppina Baldissone (Simultaneità e teatralità della poesia futurista) Stefania Stefanelli (Il Futurismo e le avanguardie della Penisola Iberica: osservazioni linguistiche) José Manuel Vasconcelos (Antitradição e maravilhoso na poética do Futurismo italiano) Gianluca Miraglia (Ecos do Modernismo na Figueira da Foz) Rita Marnoto (Para um mapa do Futurismo português) Alberto Sismondini (O ambiente cultural conimbricense) Manuel Ferro (Os protagonistas) Clelia Bettini (As palavras) António Pedro Pita e Ernesto Rodrigues.


Rita Marnoto - Futurismo em Coimbra

o actor João Grosso


No âmbito da XI Semana Cultural da Universidade de Coimbra, que decorreu entre os passados dias 28 de Fevereiro e 7 de Março, foi apresentado no Hotel Astória o volume "Negreiros-Dantas. Uma página para a história da literatura nacional. Coimbra manifesto 1925". http://www.uc.pt/cultura/xisemanacultural/dia5

Às 20 horas de domingo, 1 de Março, teve lugar um "banquete aerofuturista "ZUM-PIM-PUM" encenado pelo belga Peter de Bie, antecedido pela leitura dos manifestos, por João Grosso, descobertos e publicados pela Professora Rita Marnoto, directora do Instituto Estudos Italianos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra .


Eis a notícia do evento, publicada pela agência LUSA (Coimbra, 21 Fev):




Coimbra: dois manifestas futuristas publicados no início do século XX editados em livro




Um livro que reúne dois manifestos futuristas publicados em Coimbra no início do século XX e um estudo sobre o seu significado, os protagonistas e a "sua inserção na literatura portuguesa", é publicado domingo pela editora Fenda.
A responsável pela publicação, Rita Marnoto, directora do Instituto Estudos Italianos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), considera que do livro "resulta uma nova imagem do futurismo português, que não se fica pelo panorama da cidade de Lisboa, dando o devido relevo aos núcleos futuristas de Coimbra".
A obra, com mais de 100 páginas, reúne dois manifestos publicados no primeiro cartel do século passado por estudantes da UC - um em 1916 por Francisco Levita e outro em 1925 por um grupo de quatro escritores que assinavam com os pseudónimos de Mário Coutinho, Abel Almada, João Carlos Celestino Gomes e António de Navarro.
Intitulado "Negreiros - Dantas. Uma página para a história da literatura nacional. Coimbra manifesto 1925", o livro é apresentado domingo às 20:00 horas, no Hotel Astória, no âmbito da XI Semana Cultural da UC, numa sessão "futurista, sem discursos", com o actor João Grosso a ler os manifestos fac-similados na obra.
O primeiro, de Francisco Levita, desafia de forma provocatória o escritor Almada Negreiros por este ter publicado o manifesto Anti-Dantas.
"Escreveu Francisco Levita que se alguém se preocupa com Júlio Dantas como ele o fez é porque ainda é pior do que ele e concluiu que Almada Negreiros era um Dantas número dois", explica Rita Marnoto, professora de literatura comparada da UC.
O segundo manifesto inseriu-se numa série de actividades e manifestações vanguardistas em Coimbra, entre elas uma conferência no teatro Sousa Bastos, intitulada "Sol", que terminou com "um banho de agulheta", depois de um dos participantes abrir as torneiras e as mangueiras de segurança e molhar os presentes.
Segundo Rita Marnoto, o manifesto de 1925 é "fundamental para se compreender uma página da literatura portuguesa que não tem sido devidamente explicada e que resultou no aparecimento da revista Presença, em Coimbra".
"O manifesto é o trampolim para a revista", sublinha a investigadora.
Lançada em Coimbra, a 10 de Março de 1927, pelo escritor Branquinho da Fonseca em parceria com José Régio, a Presença foi uma das mais influentes revistas literárias portuguesas do século XX, tendo publicado 54 números até à sua extinção em 1940.


AMV.
Lusa

mercoledì 4 marzo 2009

Pirandello em Lisboa


Artigo de Maria João Caetano publicado hoje no Diário de Notícias:


Pirandello regressa ao D. Maria II pelas mãos dos Artistas Unidos

Aos 60 anos, Jorge Silva Melo encontra-se finalmente no palco com Luigi Pirandello. O escritor italiano (1867-1936), prémio Nobel da Literatura em 1934, é um dos "velhos amigos" do encenador que se lembra de, em 1963, adolescente, ter assistido à peça Para Cada Um Sua Verdade, no Teatro Nacional Dona Maria II. Encenação de Palmira Bastos, interpretações "excelentes" de Varela Silva e Cecília Guimarães. Foi o princípio. Há 15 anos que Silva Melo anda a tentar encenar Pirandello. E, este ano, curiosamente, faz a dobradinha: amanhã, no mesmo D. Maria, estreia Esta Noite Improvisa-se; em Setembro no São Luiz, haverá Seis Personagens em Busca de Um Autor.

Porque demorou tanto tempo? Já nem falemos da atribulada vida dos Artistas Unidos, há anos com a casa às costas, falemos antes de uma peça como Esta Noite Improvisa-se, escrita em 1929, e para a qual sobem ao palco 32 actores e quatro músicos. Um elenco gigantesco como só poderia acontecer numa grande produção - à escala de um teatro nacional, afinal, é com esta peça que o D. Maria reabre, com nova administração e direcção artística de Diogo Infante.

Esta é uma daquelas peças que reflectem sobre o que o teatro é ou deve ser e sobre a relação entre palco e plateia - e do teatro parte-se para a vida. Perante os espectadores de uma estreia, o encenador propõe aos seus actores uma improvisação a partir de uma novela de Pirandello, Leonora, Addio!. A peça segue a vida da família La Croce, numa cidade de província: a mãe casamenteira, filhas casadoiras, o pai com delírios extraconjugais. Uma das quatro filhas, Mommina, sonha vir a cantar Verdi nos grandes teatros e acaba fechada em casa. Realidade e ficção confundem-se nesta constante oscilação entre presente e passado. "A peça era muito modernista na altura, mas muita da vanguarda que lá está já passou completamente de moda. Nós assumimos isso. Isto é datado. Partimos desse princípio", explica o encenador. "Começamos como se estivéssemos a ver uma representação de 1930, mas de vez em quando, como o próprio Pirandello exige, é agora. Essa oscilação é possível mas foi um enorme desafio." Só possível com este elenco, afirma."

Não há muitas actrizes capazes de fazer a Mommina", explica Jorge Silva Melo "Tem de saber cantar três árias de Verdi, além de representar, morrer, ser a protagonista e ter de ser bela." Para Mommina, escolheu a actriz Sílvia Filipe, com quem já tinha trabalhado em António, um Rapaz de Lisboa. A seu lado, antigos colaboradores dos Artistas Unidos, como António Simão, Lia Gama, Pedro Lacerda, João Meireles, Andreia Bento ou Pedro Carraca. E depois uma série de gente nova. Pela primeira vez na sua carreira, Silva Melo fez um casting para encontrar jovens actores-cantores e surpreendeu-se com a qualidade que encontrou. De tal forma que grande parte do elenco reencontra-se em Setembro com Pirandello.


MARIA JOÃO CAETANO

VER

Galleria IPSAR: la coda dell'Universo

Oliviero Rainaldi, 1994, Battesimi Umani, tecnica mista, misure variabili

IN

La coda dell'Universo


Info:
Galleria dell'Istituto Portoghese di Sant'Antonio
Via dei Portoghesi, 6
Inaug 12 marzo h 18:00
dal 12 al 29 marzo 2009.

3278277151

mer–dom h 16.00–20.00
Ingresso libero

Social Art – Associazione Culturale – 340 6002035 -349 4716164


Un andare e venire da dove si era partiti milioni di anni fa, quando l'uomo iniziò la sua storia evolutiva in Africa, fino ai giorni nostri in cui uomini e culture s'incontrano cercando le cose che possono accomunarli.


La coda dell' Universo Progetto, concetto, due mostre.


Franco Menolascina, Gianfranco Notargiacomo, Oliviero Rainaldi, Fausto Morviducci, Rosmarie Sansonetti,Maurizio Savini, Silvano Tessarollo Agnese Ricchi, Simone Catania a cura di Graziano Menolascina e Barbara Martusciello


La Galleria dell'Istituto dei Portoghesi a Roma ospiterà il progetto artistico "La coda dell'Universo", a cura di Graziano Menolascina e Barbara Martusciello, dal 12 al 29 marzo 2009. Il titolo sottolinea proprio l'idea di un viaggio tra gli archetipi dell'umanità, un andare e venire da dove si era partiti milioni di anni fa, quando l'uomo iniziò la sua storia evolutiva in Africa, fino ai giorni nostri in cui uomini e culture s'incontrano cercando le cose che possono accomunarli. La mostra è concepita con un doppio allestimento: al primo piano la personale di Agnese Ricchi, con grandi opere montate a parete accompagnate da un video realizzato a quattro mani dalla stessa Ricchi e da Simone Catania.


Agnese Ricchi, artista originale e indipendente, basa da sempre il suo lavoro sulla relazione con i disegni infantili prodotti sia nelle scuole italiane che dai bambini di paesi lontani, molti dei quali in guerra. In ognuno di questi casi l'artista chiama ad esprimersi o vede i suoi piccoli interlocutori farlo su temi particolari, spesso difficili come la paura, la morte, il conflitto; altri più lievi come il gioco, la tradizione, la quotidianità. Nel caso più specifico, che è quello alla base di questa sua personale, Agnese Ricchi ha usato i disegni dei bambini del Camerun, Paese dove è stata con lo scrittore e poeta Ndjock Ngana Yogo Ndjock. Per la prima volta i "piccoli pittori" si sono cimentati con questi strumenti dimostrando una dimestichezza e una spontaneità stupefacente e meravigliosa, ben evidenziata nel video in cui si vede la libertà espressiva esplodere e la veemenza pittorica venir fuori con una naturalezza da "artisti navigati", quasi a confermare la certezza di Joseph Beuys per il quale "ogni uomo è un artista".


Al piano sottostante si schierano i lavori di artisti che a questo progetto hanno aderito con passione e grande generosità. Si tratta di opere installative, ambientate nel particolare spazio sotterraneo dell'Istituto dei Portoghesi, sorta di ipogeo che racchiude e protegge concetti preziosi. Artisti conosciuti e apprezzati nel panorama internazionale dell'arte come Franco Menolascina, Oliviero Rainaldi, Gianfranco Notargiacomo, che hanno in mostra importanti opere storiche; Maurizio Savini, Silvano Tessarollo con imponenti lavori realizzati appositamente, accanto Fausto Morviducci e Rosmarie Sansonetti, con visionarie messe in opera, contribuiscono all'approfondimento di tematiche inerenti l'archetipo, il meticciato culturale, il recupero dell'originario, da sempre e diversamente declinate attraverso la loro ricerca. La collettiva pone quindi l'accento sull'importanza del segno - sia esso primigenio, archetipico, infantile, colto, dell'arte - e potenzia l'identità di porsi come pratica relazionale e comunicativa; parallelamente, rafforza l'attenzione sull'incontro con l'altro da sé, sottolineando l'importanza di ogni pratica interculturale e sviluppando un principio di cooperazione e dialogo.