lunedì 29 aprile 2013

Che c'entra Nilla Pizzi con la "Revolução dos Cravos"?

Dialogo tra GIORGIA BRESSAN e ISABELLA MANGANI...


Giorgia ha scritto a Via dei Portoghesi:

"Voi portoghesi andate anche bene a commemorare il 25 d'aprile in Italia visto che è festivo anche li'!  Ho una curiosità e vi interpello: come mai il giorno della vigilia del 25 aprile, in un programma su RTP sulla commemorazione, ho sentito per ben due volte due intervistati cantare 'papaveri e papare' di Nilla Pizzi? Ho provato ad intonare la canzone al ragazzo portoghese che fa il tirocinio con me però non gli sembra di averla mai sentita... Avete qualche 'dicas'? Grazie mille!"

Risponde Isabella: 

"Vi dirò, sono proprio felice di potervi dare una risposta senza neppure pensarci troppo: l'anno scorso ho partecipato a uno spettacolo su Tina Anselmi ideato da Simona Baldelli (scrittrice e attrice) e Gabriella Aiello (cantante, insegnante e ricercatrice) e il pezzo finale era proprio "Papaveri e Papere"!
Perché è stata scelta una canzone sanremese che parla dell'amore di una paperella per un papavero, dopo aver cantato pezzi delle mondine e altri canti di tradizione orale?
Ecco cosa ebbe a dire Mario Panzeri (il cui lavoro era stato oggetto di censura durante il regime fascista), autore del pezzo: "Il testo di "Papaveri e Papere" mi è stato suggerito dalla prosopopea di certi personaggi politici. Credo che anche con una semplice canzonetta si possa fare della satira di costume."
Gli "alti papaveri" sarebbero i politici della DC, ma anche i finanzieri e i potenti che desiderano soltanto mantenere lo status quo, mentre le "papere" saremmo noi comuni mortali, che - secondo i summenzionati papaveri  e secondo le generazioni precedenti - dovrebbero rassegnarsi a non poter cambiare nulla. E invece la musica, il ritmo e l'andatura del pezzo ne fanno uno sfottò rivolto proprio a loro, i 
Sulla scia di questa canzone, l'anno in cui uscì (1952) il PC fece una campagna in cui si raffiguravano dei papaveri tranciati da una falce...
Spero di aver soddisfatto la vostra curiosità ^.^"


GRAZIE a Isabella per la risposta e a Giorgia per il suggerimento!


A palavra ao estudante: SILVIA SANTINI - "A minha estação preferida"




A minha estação do ano preferida é o Verão, porque gosto muito de ir para a praia mesmo que a praia perto de Roma seja muito suja. Gosto de apanhar sol e tomar banho no mar.
Também eu gosto das noites do Verão em Roma. Pode-se passear pelas ruas de Trastevere e há um perfume que nunca cheirei em nenhuma outra cidade.
O inverno no meu país não é muito frio. Ao norte neva, porém ao sul quase nunca neva. Há três anos neva em Roma também. Este ano não nevou porém choveu muito.
Agora estamos na Primavera. Eu gosto da Primavera também, porque as árvores têm flores cor-de-rosa e brancas e os campos estão verdes.
A única coisa que não gosto da Primavera é a minha alergia que me faz espirrar todo o tempo.
No Verão está muito calor na Itália, porém temos um mar quase sempre limpidíssimo e quente e podemos refrescar-nos assim.

SILVIA SANTINI

A palavra ao estudante: ANTONIO ROSSI - "Descrição do meu Pai"




O meu pai chame-se Giuseppe. Ele é um homem de 58 anos e trabalha como empregado técnico para Alitália, a companhia aérea nacional.
O meu pai é alto e gordo, tem barba e bigode, é careca e usa óculos. Ele tem os olhos castanhos e, no passado, ele tinha os cabelos pretos.
Ele é uma pessoa que eu respeito muito, embora, por vezes, nós não concordamos, mas eu acho que isso é o que acontece em todas as relações entre pai e filho.
O meu pai é um homem muito organizado, calmo, honesto e trabalhador.
Ele gosta de ler, assistir filmes, especialmente aqueles sobre os índios americanos, assistir a jogos de futebol e acima de tudo comer.

ANTONIO ROSSI

martedì 23 aprile 2013

Maria Grazia Ceccaroni Morotti espone a Sant'Antonio dei Portoghesi



Il Rettore dell’Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma,
Mons. Agostinho da Costa Borges,

sotto il patrocinio di

S.E. l’Ambasciatore del Portogallo presso la Santa Sede
Dott. Antonio de Almeida Ribeiro,
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ha il piacere di invitare la S. V.
all’inaugurazione della mostra personale di pittura

Maria Grazia Ceccaroni Morotti
Cronache ad olio
a cura di
Andrea Romoli Barberini

Inaugurazione giovedì 2 maggio ore 18.30 (fino al 19 maggio 2013)
Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma
Via dei Portoghesi 6, 00186 Roma

Da giovedì 2 maggio (fino al 19 maggio 2013), i suggestivi spazi dell’Istituto Portoghese di Sant’Antonio (IPSAR), nel centro storico capitolino, tra l’Ara Pacis, il Pantheon e Palazzo Madama, faranno da cornice alla mostra personale di Maria Grazia Ceccaroni Morotti, Cronache ad olio.
Curata da Andrea Romoli Barberini, la mostra all’IPSAR, che presenta opere di vario formato, per un totale di circa 40 elaborati, documenta alcuni tra i temi più significativi della produzione ad olio dell’artista formatasi nel clima della Scuola Romana ed è supportata da un catalogo (Gangemi editore) con testi di Lydia Artias, Francisco de Almeida Dias, Lucio Del Gobbo, Stefano Papetti, Camilla Salvago Raggi e del curatore.

[…] I temi che predilige, e che affronta con morandiana fedeltà, sono, quindi, quelli dei concerti, con le acrobatiche posture degli orchestrali, gli atteggiamenti affettati, talvolta estatici, della platea; ma anche i ricevimenti, con la parata di signore in ghingheri, impegnate a contrastare il baratro della noia e colte nelle più diverse posture. Creature, sovente tratteggiate con una severità che le fa apparire al limite del grottesco. Figure all’occorrenza tanto abili ad enfatizzare la propria eleganza, quanto a conquistare, con pantagruelica voracità, una tartina nella mischia furiosa scatenata dall’apertura del buffet.
Qui torna, ad evidenza, la lezione di Lautrec, di quel suo gusto, a volte beffardo, per l’immagine rubata, per il racconto che si dipana con leggerezza […].
Sono opere, queste della Ceccaroni, di cui è impossibile individuare con esattezza la cronologia, per il vezzo di omettere dai supporti la data d’esecuzione. Un vezzo, s’è detto, quasi a voler dimostrare che, con il passare del tempo, cambiano solo le mode, ma non i vizi dei mille personaggi che popolano la sua ironica, garbata e personalissima Comédie humaine.
                                                                                          Dal testo in catalogo di Andrea Romoli Barberini

Ingresso libero dal martedì alla domenica, dalle 17 alle 20.00.  Chiuso lunedì.
Con il patrocinio di: Ambasciata di Portogallo presso la Santa Sede
Ufficio stampa: ARUS COMUNICAZIONE (a.arus@libero.it)

                                                                                
Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma

Via dei Portoghesi, 6 - 00186 ROMA

Per essere inseriti nella mailing-list
appuntamenti@ipsar.org

A palavra ao estudante: Светлана Власенко - "O que eu gostaria de fazer"




Eu não tenho desejos irrealizáveis. Certamente, queria pular de pára-quedas ou nadar num submarino com paredes transparentes, assim se pode ver o mundo subaquático. Mas porque são irrealizáveis? Só porque precisam de muito dinheiro? Se pensamos um bocadinho então tudo é possível. È bom que as pessoas tenham desejos que possam realizar se tivessem dinheiro.
     Mas eu gosto dos meus sonhos, dos desejos de infância que sem dúvida são irrealizáveis porque são as fábulas. Por exemplo, quando era criança eu gostava de um livro que se chamava “As aventuras da Alice”. Eram seis ou sete livros. Falava-se de uma rapariga Alice que fazia viagens no espaço. Ela era de Moscovo e vivia no futuro. E eram tão espetaculares as suas aventuras onde ajudava as pessoas e encontrava os animais exóticos porque queria tornar-se uma bióloga como o seu pai. Ela era uma heroína da minha infância, e eu gostaria de viver a sua vida.
     Também tenho outras personagens de que gosto. No mesmo tempo tudo isso é irrealizável porque é fábula, mas quando fecho os meus olhos para dormir, posso viver o meu sonho e não preciso já de dinheiro para realizá-lo.

Светлана Власенко


A palavra ao estudante: EVA LACORTE - "Entre dizer e fazer"




Milhões de palavras, milhões de mentiras. Quantas vezes dizemos "hoje vou começar a dieta!" ou "a partir da segunda vou estudar cada dia até os exames". Se é uma pessoa felizarda há um amigo atrás que cético diz "a-ah… certo!".
Dizer e fazer são ambos expressões dos pensamentos e dos desejos, mas muitas vezes é mais fácil dizer do que fazer, como nos exemplos que fiz antes, porque desejo e vontade não estão de acordo. Sabemos qual é a coisa justa, mas na verdade o que queremos é a coisa nociva.
Porém, há casos em que fazer é mais fácil do que dizer, porque as palavras não sempre são a melhor opção para explicar as coisas. Um caso desse tipo ocorre quando minha mãe me pede de tomar aquela coisa que está em cima da coisa dentro daquela outra coisa. Quando vê que o coma cerebral toma posse de mim, percebe que é melhor que o faça ela mesma. Mas além desse estúpido exemplo, pode acontecer que para alguém seja mais fácil amar do que dizer "eu te amo".
Muita gente acredita que são as acções que fazem uma pessoa. Eu não sempre estou de acordo, porque acho que não importa o que diz ou o que faz, o que é necessário é que seja verdadeiro.

EVA LACORTE

A palavra ao estudante: MARTINA MULAS - "Entre dizer e fazer"




Quanta gente diz coisas mas depois não as realiza? A incoerência è uma das manifestações mais irracionais do ser humano e mostra um grande desordem mental que algumas vezes influencia o humor da gente à volta. Pessoalmente, a incoerência é uma das coisas que não tolero porque a gente é capaz de mudar as suas ideias segundo as suas conveniências, para satisfazer as outras pessoas ou para se desculpar e não ter culpa nenhuma.
“Fazer” é uma questão de vontade e quando se trata de ti mesmo tens a força de fazer tudo o que queres. Todos dizem, poucos fazem. É um círculo vicioso, porque a confiancça nas pessoas perde-se mesmo assim. Com ingenuidade esperas das pessoas o mesmo cuidado que tu reservas a eles. Alguém sabe mostrar o que é simplemente através das acções, sem construir uma fortaleza feita de palavras. Só as acções fazem a diferença na vida quotidiana. As palavras perdem-se no vento. A coisa mais triste é que quase todas as pessoas não têm a coragem das suas acções e ficam indivíduos “sem costas”.
Talvez pode ser uma questão de maturidade e de conhecimento mais não casualmente entre o dizer e o fazer há o mar e se fossem a mesma coisa, os escreveríamos com a mesma palavra também.

MARTINA MULAS