martedì 18 novembre 2008

"Pranzo di Ferragosto" em Portugal - por Eurico de Figueiredo


EURICO DE FIGUEIREDO escreve sobre "Pranzo di Ferragosto" no Diário de Notícias de hoje. Publicado em:

75 minutos para conhecer o filme sensação do cinema italiano

Estoril Film Festival

Custou uma ucharia, 50 mil euros, e dura apenas 75 minutos. Foi escrito e é realizado e interpretado pela mesma pessoa, o argumentista e cineasta estreante Gianni Di Gregorio, que assinou o guião de Gomorra de Matteo Garrone, que nem por acaso é também o seu produtor. Tem actrizes não-profissionais nos principais papéis. E é uma das sensações deste ano do cinema italiano, tendo ganho o Prémio Luigi De Laurentiis de melhor primeiro filme no Festival de Veneza. Pranzo di Ferragosto passa hoje na Competição do Estoril Film Festival (19.30, Casino Estoril), e posiciona-se como um dos candidatos mais fortes a levar o prémio da secção para casa.

Di Gregorio interpreta Luigi, um homem de meia-idade que vive em Roma com a mãe idosa, viúva e semi-reclusa, passando o dia a tomar conta dela. Já tiveram uma vida confortável e sofisticada quando o pai era vivo, mas é mais do que claro que agora mãe e filho vivem com algumas dificuldades. E é precisamente em troca do perdão das dívidas ao condomínio, e de pequenos privilégios como a chave do elevador, que Luigi aceita tomar conta da mãe idosa do administrador do prédio, para este ir gozar o feriado do meio de Agosto (o Ferragosto do título).

Só que atrás da mãe vem também a tia idosa e algo repetitiva daquele. E depois destas duas, chega ainda a mãe do médico de Luigi, que está de banco no feriado e não pode cuidar dela. E num ápice, o ocioso Luigi vê-se não com uma, mas quatro velhotas em casa, a ter que cozinhar para todas, não se esquecer das horas dos comprimidos delas, não as deixar ir deambular pelas ruas para apanharem ar, ouvir as caturrices e aparar os caprichos.

Baseado numa situação autobiográfica - Gianni Di Gregorio viveu com a mãe viúva durante vários anos -, Pranzo di Ferragosto é a história singela, terna e melancólica, de um homem passivo e bondoso, resignadamente agrilhoado à mãe, que já não tem desejos, ambições nem futuro, e que é posto de súbito perante uma situação que põe em causa a sua rotina de filho devotado e testa a sua paciência, e da qual se quer ver livre rapidamente.

Di Gregorio entrou apenas noutro filme - de Matteo Garrone - antes deste, mas as quatro velhas senhoras que o acompanham, essas, nunca foram actrizes, e algumas delas estavam inclusivamente em casas de repouso. O realizador, argumentista e intérprete de Pranzo di Ferragosto optou por não-profissionais por uma questão de "espontaneidade e verdade". E estas duas palavras, além de caracterizarem as interpretações delas e dele, ajudam a resumir as qualidades desta fita.

EURICO DE FIGUEIREDO

venerdì 14 novembre 2008

Nápoles e Conceição Praia por Angela Di Matteo

A nossa aluna Angela Di Matteo, estudante de Português na Università degli Studi di Roma Tre, é também jornalista. Publicou há tempos uma notícia sobre a exposição de pintura de Conceição Praia, patente até há pouco na galeria de arte do Instituto Português de Santo António.



Queremos felicitar Angela Di Matteo, depois de termos felicitado já Conceição Praia. Portugal e Itália unidos na exposição, e também neste artigo, publicado em:





Também citado em:

http://lalunaelelucciole.splinder.com/post/18763275/%E2%80%9CQUANDO++L%E2%80%99ARTE++INCONTRA+



Quando l'arte incontra il volontariato


"L'amore per questo paese è nato per caso - racconta con un accento delizioso la pittrice portoghese Conceição Praia - sono venuta in Italia, sono andata a Napoli e me ne sono innamorata".
Le tele sono vere e proprie finestre spalancate nella realtà turistica e urbana di Napoli e catturano balconi, vicoli, liutai e pescatori. Una realtà forse troppo vicina ai luoghi comuni se non fosse per il fatto di averli generati. Questa Napoli esiste ed è bella. C'è il mare di Mergellina, la folla di San Gregorio Armeno e i vecchi che giocano a carte al bar. C'è il pescivendolo, il pino marittimo e il Vesuvio col fedele Monte Somma. Insomma all'appello non manca proprio nessuno, eppure queste che sembrerebbero cartoline per turisti sono quadri dai colori forti e decisi, vive testimonianze di una città che oscilla tra modernità e tradizione.
Sulle tele della Praia c'è la gente comune, il "popolo della città" come dice la stessa artista, persone normali che fanno cose normali, ma che risultano personaggi necessari a uno sfondo che solo con la loro presenza si colora di rumori e profumi.
"Ho iniziato a fare tantissime foto e poi una volta a casa ho riunito i pezzi e sono nati i miei quadri" conclude la pittrice nella chiacchierata che mi concede. Intanto la musica di sottofondo è ormai soffocata dal brusio degli ospiti e finalmente la parola va all'Ambasciatore portoghese Joao da Rocha Pàris. Ringrazia brevemente noi presenti e passa il microfono al Dott. Paolo Cespa, presidente della KIM, che con sincera commozione rivolge il suo più grande "grazie" a un'artista che ha scelta di donare il ricavato della mostra per sostenere l'operato della Onlus romana. L'associazione KIM infatti utilizzerà i soldi dei quadri venduti per curare bambini provenienti da più di 28 Paesi del Mondo Povero affetti da gravi malattie.




ANGELA DI MATTEO

Grande êxito pessoano, ontem à noite

óculos de Fernando Pessoa

Grande êxito pessoano, ontem à noite...
E não nos referimos, é claro, ao leilão dos bens do poeta português, que decorria à mesma hora, em Lisboa... (ver http://viadeiportoghesi.blogspot.com/2008/11/teatro-de-pessoa-objectos-de-pessoa.html)



O grande encontro de estudantes de Português, e amigos de Portugal, que juntou ontem – apesar do temporal que se abateu sobre Roma – mais de 150 pessoas no Teatro Nuovo Colosseo para ver o espectáculo teatral FAUSTDIPESSOA, de Luciana Grifi, com encenação de Sergio Basile, que era também o protagonista da peça (Diabo/Fernando Pessoa).

Depois do engano que a autora criou, invocando um grande actor português, Aguinaldo Carranza, que, na realidade, não existia, e de um falso problema de luzes e de organização no início do espectáculo, a peça capturou a atenção de um público numeroso e interessado.

A noite concluiu-se com uma breve mas valiosa intervenção da Professora Giulia Lanciani, nome maior do lusitanismo e da lusofilia da Universidade italiana, autora de um ensaio sobre o Faust de Pessoa, que os alunos tiveram a oportunidade de ler antecipadamente.

Evidentemente, o grande sucesso da noite deve-se à presença de tantos entusiastas, de alunos de Português que trouxeram a família e os amigos, de quem nos é impossível aqui recolher todos os nomes.

Porém queríamos citar e agradecer particularmente os alunos que demonstraram, uma vez mais, ser a verdadeira força de Portugal no estrangeiro. Como dizia Fernando Pessoa: «A MINHA PÁTRIA É A LÍNGUA PORTUGUESA» e a presença de tantas pessoas demonstrou como um país pequeno como Portugal pode ganhar uma dimensão tão grande!

Pedindo que transmitam os agradecimentos aos respectivos convidados, o nosso BEM-HAJAM do coração aos ALUNOS

Gabriele Beghini,
Isabel Sperl,
Isabella Piga,
Laura Canzio,
Paola Barbieri,
Paola Proietti,
Roberto Jachetta,
Roberta Spadacini,
Irenella Sardone,
Isabella Mangani,
Loredana Mauro,
Silvia La Rosa,
Roberto Manigrasso,
Francesco D’Atri,
Danilo Vitali,
Leslie Amoroso,
Ilaria de Franchis,
Fabrizio Riccardo Verile,
Ivana Bartolini,
Augusta Lollini,
Enrico Vianini,
Germana Lardone,
Vilma Gidaro,
Federica Forte,
Vincenzo Marzotti,
Cristiano Cirillo,
Corrado Grimaldi,
Massimiliano Rossi,
Laura Carletti,
Isabella Padellaro,
Berenice Rosa,
Gabriele Pedullà,
Giulio Maselli,
Rossana Rusca,
Cristina Cofacci,
Denise Molica,
Paolo Roberto Zampella,
Matteo Benvenuti,
Maria Chiara Cantucci,
Ruggero Apruzzese,
Noeba Marinella Zappalà,
Emanuele Guarino,
Claudio Coletta,
Martina Fucci,
Matteo Branca,
Gabriele Cagni,
Enrico Zacchei,
Francesco Semeraro,
Alessandra Fiandra,
Elisa Palazzetti,
Elisa De Nicola,
Giulia Demofonti,
Silvia Demofonti,
Maria Paola Sattoli,
Valeria Di Marco,
Alessandro Moschini,
Flavia Nardoni,
Federica Siconolfi,
Monica Marcozzi,
Marica Appoloni,
Angela Borgna,
Alessandra Madonna,
Angela Di Matteo,
Ilaria Bacolini,
Alessandra Silos de Brito,
Simona Capanna,
Cleo Cirelli,
Elisa Fiorenza,
James Parkin,
Andrea Matteucci,
Gabriele Buccilli,
Emilia Manti,
Antonia d’Amico,
Valentina Amicone
e alguns alunos da Embaixada do Brasil.

Os Professores: Giulia Lanciani, Francisco Dias, Taisa Lucchese, Duarte Pinheiro.


AVVISO 1:
Nel caso qualcuno dei partecipanti avessi scattato delle foto durante la serata, si prega vivamente di inviarcele via e.mail a
franciscodias@instituto-camoes.pt, per avere anche una memoria visuale dell’incontro con Pessoa, a

AVVISO 2:
Chiedendo scusa nel caso ci sia stato dimenticato il nome di alcun partecipante, si chiede gentilmente di scrivere allo stesso indirizzo di posta elettronica, per essere inseriti in questa lista.

"A Corte do Norte" IX - por Laura Canzio

Comentário de uma aluna de Português ao filme "A Corte do Norte" de João Botelho, visto em grupo na passada sexta-feira, dia 31 de Outubro.


O realizador português João Botelho retira o filme do romance de Agustina Bessa-Luís. No início do filme está a chave de leitura principal dele: é um quadro de Caravaggio que representa a história de Giuditta e Oloferne, imagem que resume a atitude das mulheres, submissão e libertação.O realizador quis representar esta ideia.
As mulheres, de gerações diversas, devem lutar pelas mesmas coisas.Fala-se de mulheres fortes e homens fracos: no quadro de Caravaggio uma mulher corta a garganta de um homem.
O filme abre-se com Rosalina, uma rapariga de hoje, que sente uma misteriosa semelhança espiritual com as mulheres do passado da sua família. É uma viagem entre 1960 e 1860, na Corte do Norte.
Na ilha da Madeira, a rapariga esta fascinada pelos mesmos rochedos que atraíram a Baronesa Rosalina de Barros.
A personalidade desta mulher realiza-se em passagens sucessivas, do bordel frequentado na adolescência à fama de grande actriz teatral no fim de '800, com o nome de Emília de Sousa, ao matrimónio com Gaspar de Barros, o milionário e mulherengo que fez dela uma baronesa.
Rosalina identifica-se com as diversas partes. Conheceu a Princesa Sissi, imperatriz da Áustria, no Inverno de 1860-61, e depois da sua partida encena um triste destino sobre os rochedos da Corte do Norte.
A ilha de Madeira é uma protagonista ela mesma, sempre presente com a força da sua natureza.Ana Moreira é a actriz que interpreta todos os personagens femininos que são Sissi, Rosalina, Emília de Sousa, Águeda e Rosamund, todas estas mulheres se parecem fisicamente, parecendo também a mesma mulher impaciente da ordem que as sufoca, revolucionárias na vida.
Ana Moreira com a sua interpretação dá uma continuidade total. A história roda a volta do mistério que circunda o desaparecimento da Baronesa Rosalina de Barros. Os mais dizem que ela se suicidou, deitando-se dos rochedos em frente da moradia no Norte da Ilha. Dizem também que ela ficou doida, pensava de ser a imperatriz Sissi, de quem copiava gestos, comportamentos e maneiras de falar e as duas pareciam-se assim tanto que a soberana austríaca estava muito nervosa por isto.
Sissi exprime um poder feminino num mundo governado pelos homens, modelos de um masculino ao poder sempre igual nos séculos. Ela era uma mulher emancipada, a primeira mulher do século passado que teve muito poder e a comportar-se como um homem, anticonvencional e escandalosa. Rosalina, por seu lado, era demasiado moderna em relação aos seus tempos: esteve no norte da Madeira por quatro meses, durante os quais bebia com os pescadores, andava a cavalo, dançava toda a noite nas tascas. O cadáver da Baronesa não foi nunca reencontrado, alguém pensava que ela tinha fugido com o amante, um primo do marido.
Botelho não se inspira só na pintura de Caravaggio, mas também n’ "A morte de Marat" de Jacques-Louis David, que se vê no momento em que o pai de Rosalina, nos anos '60, é encontrado sem vida na sua banheira.
Botelho ama o claro-escuro dos quadros e utiliza o digital alta definição para exaltar o ser material e as imperfeições de homens e objectos e utiliza mesmo as duas telas, de Caravaggio e David, pelo estilo do uso da luz que ilumina coisas e personagens evidenciando a crua realidade.
LAURA CANZIO

giovedì 13 novembre 2008

Teatro de Pessoa - Objectos de Pessoa


No dia em que um grande grupo de Estudantes de Português e de Amigos de Portugal e da cultura portuguesa vai ao teatro ver Faustdipessoa, de Luciana Grifi, o quotidiano lisbonense "Diário de Notícias" publica a notícia de que, à mesma hora, em Lisboa, se irá realizar em Lisboa um leilão de objectos de Fernando Pessoa, na posse da família do poeta.


Fotografias, manuscritos, correspondência e outros papéis de Fernando Pessoa vão hoje a leilão (21.00, Centro Cultural de Belém) podendo ser comprados por qualquer pessoa. Porém, o comprador chegará ao final da noite sem ter a certeza de que os bens que licitou irão de facto ser seus. Terminada a venda, a leiloeira deverá informar o Estado de todos os bens vendidos, valores envolvidos e identificação dos compradores. E o Estado terá, então, oito dias para exercer o direito de preferência.

"Quer esteja ou não presente um representante do Estado no leilão, iremos ser informados e decidiremos depois quais os bens sobre os quais iremos exercer o direito de preferência" - de acordo com o que está previsto na lei em relação aos bens classificados ou em vias de classificação - explicou ao DN o ministro da Cultura, José Pinto Ribeiro. No caso dos documentos de Pessoa, o processo de classificação está ainda em curso depois de, no passado dia 23, ter sido publicado o respectivo despacho em Diário da República.

Sem querer revelar se o ministério tem ou não uma lista de bens que considera essenciais ou se tem um valor limite para gastar com o espólio de Pessoa, o ministro diz apenas que "há documentos em relação aos quais o conteúdo é mais importante do que o suporte", pelo que, "se a digitalização disponibilizada" tiver sido feita em condições não há necessidade de comprar.

Outro factor "determinante" será "saber quem compra". Se o comprador for uma instituição ou um particular que "dê garantias de exercer a sua responsabilidade social", preservando e disponibilizando os bens, o Estado também não deverá intervir. As vendas serão avaliadas caso a caso.

Apesar de toda a polémica, 400 mil euros é o valor estimado que a leiloeira prevê atingir esta noite. Na última semana, a galeria Potássio 4 recebeu bastantes visitas e pedidos de informação de interessados nas peças mas o leiloeiro, Luís Trindade, não sabe dizer se o processo de classificação irá contribuir de forma positiva ou negativa para o sucesso do leilão. "É impossível prever o que vai acontecer." A classificação pode, por exemplo, afastar compradores estrangeiros.

"O que é que o Estado vai fazer? Vai haver um polícia a tomar conta dos documentos para impedir que eles saiam do país? É impossível controlar isso", alerta José Barreto, investigador do Instituto de Ciências Sociais que há anos se dedica à obra de Pessoa e que defende que o Estado deveria impedir a dispersão do espólio. Pinto Ribeiro concorda que é impossível controlar mas espera que as pessoas cumpram a lei e lembra que os bens classificados não podem ser vendidos ou deslocados sem a prévia autorização do Estado. "A lei tem um carácter preventivo", diz. Quem não a cumprir a estará sujeito ao Código Penal, como qualquer criminoso.


MARIA JOÃO CAETANO

in

mercoledì 12 novembre 2008

Actividades de Sábado: Vale Abraão


Recomeçam este fim-de-semana as actividades de sábado na Faculdade de Letras da Università Roma Tre. Para o ano lectivo de 2008-09 estão previstas iniciativas variadas que compreendem visitas de estudo pela cidade, inquérito a tradições e festividades portuguesas, encontros com artistas e intelectuais, participação em eventos oferecidos pela cidade de Roma, e a projecção de documentários e filmes.

O primeiro destes encontros será sábado próximo, com o início do ciclo de cinema "Manoel de Oliveira - 100 anos", que pretende homenagear um dos mais importantes cineastas portugueses de sempre e que celebra, no próximo dia 11 de Dezembro, cem anos de vida.

MAIS sobre Manoel de Oliveira
http://www1.uni-hamburg.de/clpic/tematicos/cinema/realizadores/oliveira_manoel.html

A abrir este ciclo Vale Abraão, um dos filmes mais emblemáticos de Manoel de Oliveira:

Questa è la storia di Ema, una donna dalla bellezza minacciosa. Per Carlos, suo marito, che lei ha sposato senza amore, il suo è un volto che può giustificare la vita di un uomo. Il suo gusto per il lusso, le sue illusioni e il desiderio che fa nascere negli uomini, le sono valsi il nome di “Bovarinha”. Ha tre amanti, ma i suoi amori successivi le hanno dato solamente una sensazione di grande disillusione, tanto che ha cominciato a pensare di essere soltanto «um estado de alma em balouço». Ema muore – accidentalmente? – in una giornata di sole splendente, dopo essersi vestita come per andare ad un ballo.

VER
http://www.amordeperdicao.pt/basedados_filmes.asp?FilmeID=78

DIA:
15 de Novembro
HORA:
11h00
LOCAL:
Aula 21
Facoltà di Lettere
Università degli Studi di Roma Tre
Via Ostiense, 234
COMO CHEGAR?
- Autobus 23
- METROPOLITANA linea "B" - fermata "MARCONI"


"Nel mezzo del cammin" em honra de Giuseppe Mea


Nel mezzo del cammin
Jornada de estudos italianos em honra de Giuseppe Mea


Assinalando a aposentação do Dr. Giuseppe Mea, a Faculdade de Letras do Porto vai realizar, a 24 e 25 de Novembro próximos, Nel mezzo del cammin - Jornada de estudos italianos em honra de Giuseppe Mea.


Confirmadas as participações de:

Agostinho Araújo (Univ. do Porto), Albano Martins, Alberto Sismondini (Univ. de Coimbra), Alexandra Moreira da Silva (Univ. do Porto), Aniello Avella (Univ. Tor Vergata), Bernardo Pinto de Almeida (Univ. do Porto), Brunello De Cusatis (Univ. Perugia), Catia Benedetti (Univ. Açores), Celina Silva (Univ. do Porto), Cidália Dinis (Univ. do Porto), Clelia Bettini (Univ. Coimbra), Cristina A. M. de Marinho (Univ. do Porto), Elio Pecora, Elisa Gomes da Torre (Univ. de Trás-os-Montes e Alto Douro), Elsa Pereira (Univ. do Porto), Francisco Topa (Univ. do Porto), Geraldo Coelho Dias (Univ. do Porto), Giulia Lanciani (Universidade de “Roma Tre"), Giuseppe Tavani (Universidade de Roma " La Sapienza "), João Alves Dias (Univ. Nova de Lisboa), Jorge Martins Ribeiro (Univ. do Porto), José Rui Rocha, Maciel Morais Santos (Univ. do Porto), Manuel Augusto Rodrigues (Univ. de Coimbra), Maria Bochicchio (Univ. do Porto), Mariagrazia Russo (Univ. « La Tuscia » de Viterbo), Maria João Reynaud (Univ. do Porto), Maria Luisa Cusati (Istituto Univ. Orientale, Nápoles), Maria Luísa Malato Borralho (Univ. do Porto), Mário Cláudio, Mário Vilela (Univ. do Porto), Marta Afonso (Univ. do Porto), Monica Lupetti (Univ. de Pisa), Patrícia Monteiro da Silva, Ricardo Pais, Rita Ciotta Neves (Univ. Lusófona), Rita Marnoto (Univ. de Coimbra), Simonetta Neto, Susana Restier Poças, Valter Hugo Mãe, Vasco Graça Moura, Vítor Teixeira (Univ. Católica).



A Comissão Organizadora:

Francisco Topa (ftopa@letras.up.pt) da FLUP

Rita Marnoto (rmarnoto@fl.uc.pt) da FLUC




MAIS sobre Giuseppe Mea e sobre o Congresso em



NOTA: Agradecemos à gentilíssima Senhora Professora Doutora Rita Marnoto a comunicação do evento.