lunedì 18 giugno 2018

SALVATORE SCIRÈ sulla mostra di Maria Almeida Cunha all'IPSAR


http://www.globalpress.it/la-persona-con-i-paesaggi-dentro-un-pezzetto-di-portogallo-a-roma/articoli12377



“LA PERSONA CON I PAESAGGI DENTRO”, UN PEZZETTO DI PORTOGALLO A ROMA
MOSTRA DI MARIA CUNHA, ARTISTA DI PORTO ALL’ISTITUTO PORTOGHESE IN VIA DEI PORTOGHESI
di Salvatore Scirè
16/06/2018

Roma. Non molti sanno che una piccola traversa di Via della Scrofa, in pieno centro storico, si chiama Via dei Portoghesi. 

E questo toponimo si spiega col fatto che accanto alla splendida chiesa barocca di S.Antonio, c’è l’ingresso dell’Istituto Portoghese, detto anche IPSAR  (acronimo di Istituto Portoghese S.Antonio Roma).  Storicamente parlando, l’istituto è nato nei secoli passati come punto di appoggio e di ospitalità per i pellegrini che dalle terre lusitane venivano a Roma, per poi trasformarsi in foresteria dedicata a studenti e studiosi portoghesi in trasferta a Roma.

Da alcuni anni a questa parte, l’IPSAR ha assunto anche l’importante ruolo di istituto di cultura nella Capitale. Emanazione dell’ambasciata presso la S.Sede, grazie all’illuminato e dinamico impulso dell’attuale rettore Mons. Agostinho Borges, ha dato vita a una serie di importanti iniziative culturali, avvalendosi di una suggestiva e tecnologicamente avanzata sala di esposizioni, dedicata alle arti figurative, e di un magnifico organo sinfonico, realizzato nel 2008 e completato nel 2016, che funge da riferimento fisso per gli appassionati di musica classica (sacra e non).

Il 10 giugno ricorreva il Dia de Portugal, ovvero la festa nazionale; il 13 giugno si festeggiava S.Antonio di Padova (nato, in realtà a Lisbona!): quindi, quale migliore occasione per una veloce puntata in Via dei Portoghesi, all’ombra della medioevale Torre dei Frangipane (o della Scimmia), immortalata da Roesler Franz in un un suo celebre acquerello!

E così ho avuto modo di apprezzare la bella mostra di Maria Cunha, artista di Porto, che propone suggestive atmosfere e giochi di luce tenui ed eleganti. La mostra, intitolata “La persona con i paesaggi dentro”, resterà aperta e visitabile fino al 16 giugno.

Quindi, in chiesa, un bel concerto del pianista Sown Le Choi (Hong Kong/Macao) che ha interpretato tra l’altro musiche di Bach, Mozart e Chopin.

Per chi scrive è stato anche un modo personale “para matar saudades” (per vincere la nostalgia del ricordo), essendo legato da anni trascorsi in quei luoghi magici in gioventù.

Ma a prescindere da queste considerazioni, l’IPSAR è ormai una vivace e fulgida realtà, che contribuisce a rendere più ricco il panorama culturale della nostra città.

Sul sito www.ipsar.org si possono trovare tutti i programmi delle attività: magari, anche una di quelle meravigliose “noites de fado”, che di tanto in tanto si tengono nel romantico giardino dell’Istituto!

di SALVATORE SCIRÈ

giovedì 14 giugno 2018

HOJE: Exposição “Os meus Retratos” de Carlota Mantero




Inauguração: 14 de junho às 18h
Exposição: 15 de junho a 10 de julho, segunda a sábado, 14h30-19h
Livraria Sá da Costa – Galeria
Rua Garrett, 100 – 1º ou Rua Serpa Pinto, 19, Lisboa

A exposição “Os meus Retratos” de Carlota Mantero inuagura HOJE, dia 14 de Junho, às 18h, na Livraria Sá da Costa com cerca de 70 retratos em circunstâncias variadas, como por exemplo, publicações em revistas de arte, catálogos e livros ou, pura e simplesmente, pelo prazer de retratar as pessoas.

Inaugura no próxima dia 14 de Junho, às 18h, na Livraria Sá da Costa – Galeria uma exposição de Carlota Mantero intitulada “Os meus retratos”.

A exposição consta de cerca de 70 retratos que a artista captou ao longo de, pelo menos, a última década, em circunstâncias e com propósitos muito variados – publicação em revistas de arte, catálogos e livros ou, pura e simplesmente, pelo prazer de retratar as pessoas com quem se identifica e por quem nutre amizade.

Apesar dos indivíduos retratados serem maioritariamente pessoas que se destacaram no panorama cultural português dos últimos anos, todas as fotografias expostas denotam a existência de uma relação de amizade e intimidade entre os intervenientes, conferindo coerência e uma beleza afectiva suplementar a esta mostra.

Para esta exposição, Carlota Mantero pediu a cada um dos retratados um comentário livre sobre o seu retrato, colocando-o na posição de observador de si mesmo, falando de si mesmo enquanto outro. Os retratos e respectivos comentários estão incluídos no livro/catalogo que acompanha a mostra, o qual também incluí um texto do historiador de arte Anísio Franco e do psicólogo Alexandre Fernandes.

No seu texto, intitulado “Paradoxos e tudo em comum”, Anísio Franco afirma que “Carlota Mantero consegue aproximar cada um dos seus ‘amigos’ colocando, cada um, e todos o mesmo tempo, sob um manto de proteção. Assim, nenhum deles deve temer as sanções da sociedade, todos podem revelar a sua maneira de ser, a sua vontade de se relacionarem, as suas formas de comunicar, as suas idiossincrasias e por isso se expõem de forma voluntária e abrem-se descontraidamente ao olhar desta maga”.

José Sousa Machado



CARLOTA MANTERO nasceu República Democrática do Congo. Entre 1991 e 1995 frequentou o Curso de Fotografia da Ar.Co. tendo concluído a Fase 2 e Projecto. Participou em inúmeras exposições colectivas e individuais de fotografia, entre as quais a exposição individual de fotografia realizada para os Encontros de Fotografia de Braga em 1998, intitulada "Atrás-dos-Montes". Entre 1994 e 1996 trabalhou na revista   Artes & Leilões   como fotógrafa residente, apoiando também na definição da orientação fotográfica. Entre 1996 e Outubro de 2000 desempenhou as funções de directora artística, coordenação de imagem da revista Arte Ibérica de que foi fundadora, e da   Agenda Cultural da Câmara Municipal de Lisboa. Na revista Arte Ibérica desempenhou também as funções de fotógrafa residente, desenvolvendo um vasto trabalho na área do retrato. Entre 2002 e 2004 dirigiu a revista   Aprender a Olhar, publicação pedagógica, orientada para o público infanto-juvenil e para a formação de professores. Nos anos 2005 e 2007, foi responsável pela coordenação da publicação dos três volumes   Evangelhos Comentados   e por todas as edições da Editora Firmamento, nomeadamente, o livro   Claricianas, de Lucilene Machado, no qual é também autora da foto da capa. Ainda em 2007, desempenhou as funções de coordenadora editorial da revista   Artes & Leilões, entretanto relançada. Em 2010 iniciou uma nova fase de trabalho fotográfico, utilizando novas técnicas a partir duma abordagem de técnica mista à imagem.
Entre Maio e Setembro de 2014 realizou, juntamente com José Sousa Machado e António Marques, a exposição “DO SAGRADO NA ARTE – Evangelhos Comentados por Artistas” na qual participaram 33 artistas contemporâneos e que decorreu no Mosteiro de S. Vicente de Fora, Convento de Santa Catarina e na Livraria Sá da Costa.
Entre Janeiro e Março de 2015, decorreu a exposição fotográfica de sua autoria intitulada “Em casa do meu Pai há muitas moradas”, repartida entre dois polos expositivos, nomeadamente Teatro Municipal Joaquim Benites, em Almada, onde apresenta catorze fotografias, e na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva, na Ericeira, onde apresenta sete fotografias e um vídeo sobre este seu projecto,  com um guião de João Teixeira da Motta.

Mostra di GABRIELE REINA in Borgogna






La prossima mostra dell’Artista italiano amico del Portogallo  si terrà a Vézelay, al Museo Viollet-le-Duc.

Vi si potranno apprezzare alcuni stendardi di famiglie portoghesi, francesi e spagnole: opere filologiche (basati su reperti, codici antichi, stalli a Gand e Bruges), dimensione metri 1,6x1,1 ciascuno, tutti dipinti da GABRIELE REINA anche a olio su damasco.

Siccome i primi re di Portogallo erano della dinastia di Borgogna e vennero dalla Borgogna, raffigurano gli stemmi delle famiglie e dei reami che si trovavano fra Vézelay e Santiago de Compostella. In pratica un viaggio nel viaggio attraverso i simboli. 

Invitiamo tutti coloro si trovino nei paraggi a vedere questa interessante mostra.



mercoledì 13 giugno 2018

Santo António casamenteiro



Hoje é dia de Santo António, a figura que mais une Portugal e Itália!

Entre os muitos milagres que lhe são atribuídos, está também o de ser um santo casamenteiro...
Santo António, frade franciscano, nascido em 1195 em Lisboa, que viveu os últimos anos da sua vida em Pádua, ficou conhecido como o santo que ajuda as raparigas a encontrarem um marido, por ter ajudado muitas a conseguirem um dote e um enxoval para o casamento.

É também por isso que em Lisboa se realizam anualmente os “Casamentos de Santo António “,  uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, com a ideia de associar Santo António casamenteiro à vontade da autarquia pretender realizar o sonho de muitos noivos lisboetas, que por variados motivos ainda não o tinham conseguido concretizar. 


Do santo casamenteiro fala este divertido samba de CARMEN MIRANDA, um dos maiores símbolos do Brasil - também ela nascida em Portugal, como Santo António.


Isto é lá com Santo Antônio 
Carmen Miranda

Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
São João disse que não!
São João disse que não!
Isto é lá com Santo Antônio!

Eu pedi numa oração
Ao querido São João
Que me desse um matrimônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isto é lá com Santo Antônio!

Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava à Santo Antônio
São João ficou zangado
São João só dá cartão
Com direito a batizado

Implorei a São João
Desse ao menos um cartão
Que eu levava a Santo Antônio
Matrimônio! Matrimônio!
Isto é lá com Santo Antônio!

São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Disse o velho, num sorriso:
- Minha gente, eu sou chaveiro!
Nunca fui casamenteiro!

São João não me atendendo
A São Pedro fui correndo
Nos portões do paraíso
Matrimônio! matrimônio!
Isto é lá com santo antônio