lunedì 29 maggio 2017

Pontifício Colégio Português de Roma recebe o título “Casa de Vida” da Fundação Raoul Wallenberg



No próximo dia 30 de Maio, a Fundação Raoul Wallenberg atribuirá ao Pontifício Colégio Português de Roma o título “Casa de Vida”, pelo acolhimento dado aos judeus e outras pessoas perseguidas pelo regime nazi durante a IIª Guerra Mundial.

O evento terá lugar no Colégio e contará com a presença dos representantes da Fundação Wallenberg, do Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, da Presidente da Comunidade Hebraica de Roma, do Dr. Luigi Priolo (um dos refugiados no Colégio de 1943 a 1944), do jornalista António Marujo (que deu a conhecer a história do Reitor do Colégio, Mons. Joaquim Carreira, declarado “Justo entre as Nações” em 2010, pelo Memorial do Holocausto) e outras autoridades de Roma.

Pelo menos 40 pessoas passaram pelo Colégio durante os meses que durou a ocupação nazi de Roma. Alguns eram judeus, outros resistentes antifascistas. Passadas várias décadas a Fundação Wallenberg, no seguimento do seu fundador Baruch Baruch Tenembaum, diplomata sueco que salvou um grande número de pessoas na IIª Guerra Mundial, procura preservar a memória de pessoas e instituições que deram acolhimento aos perseguidos durante o Holocausto, procurando infundir nas novas gerações o espírito de solidariedade e fraternidade.

Concerti di giugno - Sant'Antonio dei Portoghesi


venerdì 26 maggio 2017

VITO GERARDI: O “meu” Portugal



Agradecemos ao nosso aluno do primeiro ano VITO GERARDI pela sua  visão poética de Portugal, que quis partilhar com os leitores do nosso blogue!

Parabéns pelo texto, Vito!


Cabo Espichel





O “meu” Portugal

Eu não quero falar de Portugal, porque nã conheço realmente Portugal. Eu posso falar e partilhar convosco só algumas impressões e lembranças de viagem.

Eu fui a Portugal pela primeira vez em 2000. A última vez em maio de 2016. Desde 2000 eu andei de sul a norte do País em várias viagens e eu vi cidades, vilas e aldeias como Lisboa e Porto, Faro, Évora, Coimbra, Braga, Guimarães, Cascais, Sesimbra, Sintra, Óbidos, Nazaré, Tomar, Aveiro, Figueira da Foz.

De que é que eu me lembro?

Lembro-me de... Lisboa! Uma cidade muito especial com edifícios originais, coloridos. Uma cidade que está sobre o Atlântico e olha o Atlântico. Uma grande quantitade de pessoas de origem africana.
No centro da cidade belos edifícios antigos restaurados, mas também outros em ruínas, ainda o ano passado.
O Parque das Nacões e os edifícios modernos muito belos, projetados por arquitetos famosos (Santiago Calatrava, Álvaro Siza) muito diferentes da Baixa e do Chado. Eu acho que nestes há o fascínio antigo, e no Parque das Nacões há o futuro que olha para a Europa.  
Lembro-me do belissímo teatro de São Carlos, que recorda o San Carlo de Nápoles, e do Cemitério dos Prazeres onde está enterrado Antonio Tabucchi - túmulo muito simples, entre os “escritores portugueses”.

De Cascais não tenho uma grande memória. Lembro-me de muitos edifícios feios. Em Cascais fica a Villa Italia. Uma casa simples e abandonada sobre o Atlântico - a casa do ultimo Rei da Itália.

Fátima, uma grande emoção pela profunda fé das pessoas.

Depois o Porto, sobre o Rio Douro. A cidade velha recorda-me Nápoles. Uma cidade intrigante.
Muito belas igrejas, com muitas decorações e bela arquitetura. Grande contraste entre a cidade velha e moderna. Interessante e muito requintado o Museu de arte contemporanea (Fundação de Serralves) que foi projetado pelo arquitecto portugues Álvaro Siza. Mas a cidade velha estava suja, com muitos edifìcios em ruínas em 2000. Lembro-me também que aqui morreu o Rei Carlo Alberto de Sabóia.

Mas para mim o Portugal melhor são os pequenos centros, como Óbidos, Tomar (muito belo o Convento do Cristo), Coimbra, Figuera da Foz e as paisagens à volta destas povoações.
Há menos costruções e ambiente è mais natural e simples. Entre estes, muito belo é o Cabo Espichel, perto de Sesimbra,  ao sul de Lisboa, com uma pequena igreja sobre a rochedos atlânticos. Só a igreja e o silêncio.
Eu vi também, em muitas áreas, prédios modernos horríveis... A especulação imobiliária arruinou muitas áreas bonitas.

Mas a lembrança de viagem mais bela são os Açores. As ilhas de São Miguel (Ponta Delgada), Faial (Horta), Pico.
Ali tudo é belo, o tempo está parado, nada incomoda. Só o mar. O vento companheiro de viagem em todos os lugares. O Sol, luz ofuscante, barco à vela no mar, hortênsias em todos os lugares, casas brancas, igrejas brancas. Nao há edifìcios modernos feios. Nao há turistas aborrecedores.
À noite as igrejas são iluminadas e sente-se só o Atlântico. Um encanto. 

Enfim uma consideração geral. Eu não gosto de Portugal só pelas belas cidades, pelos restaurantes, onde se comem sardinhas e enguias, não pelos museus, teatros, pelo mar e paisagens.

Eu gosto das pessoas e do sistema de vida civil delas.
As pessoas são simples, disponíveis. Respeitam as regras de convivência civil... nao estão sempre ao telemóvel (na rua, no trabalho, no restaurante, na igreja, etc.).

As cidades, geralmente, são limpas, ordenadas, as estações de metro são ordenadas, os autocarros não estão sempre apinhados, e mais, mais, mais...
Eu acho que o sistema de vida em Portugal é mais civilizado do que aqui e mais organizado.


 VITO GERARDI

giovedì 25 maggio 2017

Premio letterario Quaderni Ibero Americani - giovedì 8 giugno, Palazzo Zevallos, Napoli

Il Premio letterario Quaderni Ibero Americani torna a Napoli.
Giovedì 8 giugno, alle ore 18, nella splendida cornice di Palazzo Zevallos, si svolgerà la V edizione della kermesse, arricchita quest'anno da una sinergia tra l'Università Suor Orsola Benincasa e l'Università di Dresda che darà il via ad un'opera di restauro di due beni situati sul territorio napoletano in cui i giovani studenti saranno protagonisti.
Ecco il video di presentazione dell'evento:


State of Minds, mostra personale dell’artista ±Mais Menos±.





artista                             Miguel Januário ±Mais Menos±
titolo                              State of Minds
vernissage                      sabato 10 giugno 2017, 18.30 – 21.30
location                          Via Gabrio Serbelloni 124, Roma
a cura di                         Giuseppe Ottavianelli
testo critico di                 Miguel Moore
date                               10 giugno - 22 luglio 2017

Wunderkammern è lieta di presentare State of Minds, mostra personale dell’artista ±Mais Menos±.
±Mais Menos± è un progetto dell’artista portoghese Miguel Januário (1981), che ha avuto inizio nel 2005. Offrendo una riflessione critica sulle società contemporanee, il lavoro di Januário conduce una dissezione clinica della realtà concettualmente ridotta nei suoi opposti: più/meno, positivo/negativo, bianco/nero. Sotto il segno di ±Mais Menos±, l’artista ha prodotto un lavoro che abbraccia una varietà di tecniche - dal video alle installazioni scultoree, dalla pittura alla performance. Oltre a numerosi interventi di arte pubblica in diversi Paesi, il progetto è stato presentato in mostre personali e collettive: Vera Cortês Gallery (Lisbona, 2010), MACE-Museu de Arte Contemporânea de Elvas (Elvas, 2011, 2014), Underdogs Gallery (Lisbona, 2013, 2014, 2015), Caixa Cultural (Rio de Janeiro, San Paolo e Brasilia, 2014), il Centro di Arte Contemporanea Graça Morais (Bragança, 2015), MUDE-Museu do design e da Moda (Lisbona, 2016), MACRO-Museo d'Arte Contemporanea di Roma (Roma, 2016), e importanti festival d'arte ed eventi come la Walk & Talk Festival (São Miguel, Azzorre, 2011), Guimarães Capitale europea della Cultura (Guimarães, Portogallo 2012), La Tour Paris 13 (Parigi, 2013), Nuart Festival (Stavanger, Norvegia 2014), e Forgotten Project (Roma, 2016). La ricerca artistica di Januário è stata anche oggetto di due conferenze TED: TEDxLuanda (Luanda, 2014) e TEDxPorto (Porto, 2015).

Wunderkammenrn presenta per la prima volta l’artista portoghese Miguel Januário, con una mostra personale intitolata “State of Minds”. Frutto del progetto ±Mais Menos±, l’esposizione si concentra sull’attuale situazione sociale, politica ed economica globale, toccando gli aspetti più problematici come la crisi ideologica delle democrazie liberali e dei loro principi guida quali libertà, uguaglianza e fraternità, il ruolo dei media e la loro missione, la tragica crisi dei rifugiati che tristemente si contrappone alla brutalità di un sistema paradossale che richiede mercati aperti e confini chiusi. La mostra si articola in quattro segmenti interconnessi che rappresentano le tematiche dell’attualità più care all’artista: politica, media, confini e pensiero. Ogni tema è stato sviluppato per occupare i diversi ambienti della galleria attraverso molteplici supporti: dalle installazioni partecipative, nelle quali i visitatori hanno un ruolo attivo, ai pezzi provocatori realizzati con manifesti elettorali strappati e plastica sagomata, fino ai suoi più famosi e dissacranti “streetments”.

L'artista sarà presente all'inaugurazione.
Patrocinio istituzionale: Municipio Roma V, IPSAR
Cultural Partners: IED
Media Partners: ArtsLife, Zero
Technical Partners: La Renardière, Casale del Giglio, Eurograph

WUNDERKAMMERN

Via Gabrio Serbelloni 124, Roma
sito web: www.wunderkammern.net
email: wunderkammern@wunderkammern.net
tel: +39 0645435662

ingresso libero
orario di apertura: martedì-sabato, 16-19. Per appuntamenti chiamare: +39 3498112973