venerdì 22 marzo 2013

Leitura encenada de "IL SIGNOR PIRANDELLO È DESIDERATO AL TELEFONO"

Leitura encenada de "IL SIGNOR PIRANDELLO È DESIDERATO AL TELEFONO" de Antonio Tabucchi | INSTITUTO ITALIANO DE CULTURA DE LISBOA | Segunda-feira, 25 de Março de 2013 às 19h00


Segunda-feira, 25 de Março de 2013 às 19h00
no Instituto Italiano de Cultura
Rua do Salitre, 146 – 1250-204 Lisboa

Lotação limitada. Reserva obrigatória pelo tel. 213 884 172

No primeiro aniversário do falecimento de Antonio Tabucchi

o Instituto Italiano de Cultura de Lisboa

tem o prazer de convidar V. Exa. para a leitura encenada de

Il Signor Pirandello è desiderato al telefono
de Antonio Tabucchi

direcção de Jean Paul Bucchieri

com Marcello Urgeghe e Jean Paul Bucchieri



Il Signor Pirandello è desiderato al telefono - Único trabalho teatral de Antonio Tabucchi, a acção desenvolve-se num manicómio de Portugal onde, perante um público de manequins e de loucos, um actor falido personifica Fernando Pessoa. Ele "improvisa" e imagina telefonar a Luigi Pirandello e confiar-lhe os seus tormentos, porque "Pirandello sabe lidar com as personagens que estão armadilhadas, escravas de uma máscara". Não resulta que Pessoa e Pirandello se tenham conhecido, mas poderia ter acontecido, porque o dramaturgo siciliano veio a Lisboa em 1931 para assistir à estreia mundial do seu “Sogno... ma forse no”.

Jean Paul Bucchieri nasceu em Itália em 1967 e reside em Portugal desde 1993. Doutorado na FMH da Universidade de Lisboa. Frequentou o Curso de Encenação de Ópera da Fundação Calouste Gulbenkian. Faz parte do Corpo Docente da Escola Superior de Teatro e Cinema. É membro integrado e investigador do Centro de Investigação em Artes e Comunicação. Destacam-se a sua participação em projectos de Bob Wilson como assistente e intérprete bem como as colaborações com vários encenadores portugueses. Como criador, apresenta regularmente os seus projectos na área das artes performativas. Conduz uma investigação científica sobre o trabalho do intérprete e a sua relação com a escrita cénica contemporânea.

Marcello Urgeghe nasceu em Roma em 1966. Vive e trabalha em Lisboa. Desenvolve o seu trabalho de actor em Cinema e Teatro. É co-fundador da companhia Cão Solteiro Teatro que criou espectáculos com a dramaturgia e literatura de Wallace Shawn, Harold Pinter, Tchekov, Samuel Beckett, Michaux, Calvino, Patrícia Highsmith e Herberto Helder entre outros autores, em colaboração com Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho e Miguel Loureiro. Colaborou em espectáculos do Teatro Praga entre vários. No cinema colaborou em filmes de José Álvaro de Morais, Teresa Villaverde, João Canijo, João Botelho, José Nascimento, Catarina Ruivo, Bruno de Almeida, Valeria Sarmiento, entre outros realizadores.

mercoledì 20 marzo 2013

13 de Março: Radio 3 homenageou Tabucchi - e agora está disponível on-line


Mercoledì 13 marzo, alle ore 21.00, Isabella Mangani ha partecipato al "Teatro in diretta" di Radio3.

La regista Teresa Pedroni ha curato la riduzione teatrale de "Gli ultimi tre giorni di Fernando Pessoa" di Antonio Tabucchi, che ha portato in scena con Massimo Popolizio e Gianluigi Fogacci, mentre Felice Zaccheo e la Mangani hanno curato gli inserti musicali.


Appuntamento con Antonio Tabucchi - con saudade
Un omaggio al grande scrittore a quasi un anno dalla sua scomparsa

"Gli ultimi tre giorni di Fernando Pessoa" di Antonio Tabucchi
Adattamento teatrale e regia di Teresa Pedroni

con Massimo Popolizio e Gianluigi Fogacci
musica dal vivo Isabella Mangani (voce) e Felice Zaccheo (chitarra classica e chitarra portoghese)

Interventi di Paolo Mauri, Andrea Bajani, Teresa Pedroni
con un contributo audio di Maria José de Lancastre

Ora Radio 3 ha già pubblicato video e podcast della serata di omaggio ad Antonio Tabucchi. Ecco i link:
  • fate clic qui per il podcast (selezionando poi "Serata omaggio per Antonio Tabucchi" tra i podcast del 13 marzo)
  • fate clic qui se invece volete aggiungere le immagini alla vostra esperienza d'ascolto. 

Ultimo aggiornamento: il 12 aprile Isabella Mangani sarà a Maranola (Formia, LT) in trio con Stefano Donegà e Silvano Boschin per una serata dedicata a Lisbona da un punto di osservazione un po' distante... il golfo di Napoli, da cui proviene.

Pagina facebook di Isabella Mangani

Notícias do Instituto Italiano de Cultura em Lisboa

Publicamos algumas notícias que temos vindo a receber das actividades promovidas e/ou apoiadas pelo Instituto Italiano de Cultura em Lisboa - com quem nos congratulamos e que saudamos!

1) Exposição 8900 FORMAS DE FELICIDADE | LA GALLERIA ITALIANA (ASCIP) | Rua da Restauração, 409 - 1º 4050-605 Porto | 23 de Março de 2013 às 17h300



2) UGURU apresenta LUDOVICO EINAUDI. Novo disco nas lojas. Apresentações ao vivo em Março: 22 de Março (Lisboa, CCB) - 23 de Março (Porto, Casa da Música) 
http://www.uguru.net/ludovico-einaudi-ensemble-apresenta-novo-disco-no-ccb-e-casa-da-musica/



3) 8 1/2 FESTA DO CINEMA ITALIANO em Portugal | Lisboa (20-28 de Março) Coimbra (2-5 de Abril) Porto (4-7 de Abril) Funchal (11-14 de Abril) Loulé (19-21 de Abril) Luanda (6-9 de Junho)
http://www.festadocinemaitaliano.com/



martedì 19 marzo 2013

Presidente da República em Santo António dos Portugueses

Publicado em
http://sicnoticias.sapo.pt/incoming/2013/02/25/ltima-edicao


Papa Francisco reúne Portugal em Roma

IN http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=94856


Octávio Carmo, enviado da Agência ECCLESIA ao Vaticano 

Roma, 18 mar 2013 (Ecclesia)

O ministro português dos Negócios Estrangeiros confessou-se hoje “emocionado” com a eleição do Papa Francisco e elogiou a opção do líder da Igreja Católica pelos mais pobres.
“Eu senti uma grande emoção quando o novo Papa foi efeito: um Papa que decide chamar-se Francisco é todo um programa; um Papa que vem do hemisfério sul é todo um desafio; um Papa que é jesuíta é toda uma referência”, disse Paulo Portas, em declarações aos jornalistas portugueses em Roma.
O membro do Governo disse que o “sorriso” de Francisco é “inspirador de uma enorme bondade”, algo de que “o mundo precisa”.
“A simplicidade deste Papa é algo que vai marcar profundamente, de modo que fiquei e estou muito emocionado”, acrescentou.
O ministro dos Negócios Estrangeiros frisou ainda que “a opção preferencial pelos mais pobres” faz parte da “essência” da doutrina católica.
Portas integra a delegação nacional para a celebração de inauguração do pontificado, marcada para terça-feira no Vaticano, numa comitiva liderada pelo presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
Jorge Mario Bergoglio, argentino e jesuíta, de 76 anos, foi eleito na quarta-feira como sucessor de Bento XVI, após um Conclave de dois dias com cinco votações secretas, e escolheu o nome de Francisco pela primeira vez na história dos papados.
O presidente Cavaco Silva manifestou hoje a sua intenção de convidar o novo Papa a visitar em Portugal, tendo em vista o centenário das aparições de Fátima, em 2017, à imagem do que já tinham afirmando os responsáveis da Igreja Católica.
Para Paulo Portas, uma eventual visita papal a Portugal seria “uma grande alegria”.
Os dois responsáveis estiveram reunidos com membros da comunidade emigrante na igreja de Santo António dos Portugueses, na capital italiana.


José Tolentino Mendonça: "Francisco, reconstrói a minha Igreja"

IN http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=94803



É verdade que o nome Francisco tem representantes de altíssimo alcance na tradição (de Francisco de Assis a Francisco Xavier ou a Francisco de Sales), mas porventura ao ouvir a escolha do nome “Francisco”, por parte do novo papa, o pensamento da maioria de nós se tenha virado para a figura dopoverello e para as palavras que lhe dirigiu o Cristo de São Damião: “Francisco, reconstrói a minha Igreja”. A Igreja de que Jorge Mario Bergoglio é agora pastor precisa evidentemente de reconstrução. Os desafios são imensos, quer internamente quer no diálogo com o mundo. Os tempos são de reconfiguração: o que se sente é que as estruturas herdadas de uma determinada época estão exaustas (por exemplo, o estrito modelo da paroquialização) e não servem convenientemente as realidades emergentes no seio da própria Igreja. O problema da rarefação das comunidades tem-se agravado. A transmissão da fé debate-se com problemas evidentes que as estatísticas dolorosamente descrevem. A formação do laicado, que surgiu com uma força renovada no Concílio Vaticano II, arrefeceu; e a verdade é que, mesmo com poucos padres a Igreja continua demasiado clericalista. O ministério dos presbíteros não só não tem crescido para satisfazer as necessidades do quadro pastoral, mas passa hoje por uma indefinição quanto ao estilo de presença. Por outro lado, o mundo complexifica-se sempre mais e a cultura deixa de partilhar com o cristianismo uma gramática simbólica comum, ao mesmo tempo que lhe dirige um olhar ora indiferente, ora expectante. 

Que se pode esperar do Papa Francisco? Da sua primeira alocução, marcada por uma inspiradora simplicidade, ficaram-nos duas palavras e um gesto. A primeira palavra foi “confiança”. Retomando a imagem da Igreja como caminho, o papa referiu a necessidade de um pacto de “confiança entre nós”. E a Igreja precisa de reganhar confiança. A outra palavra foi “fraternidade”. Muito se tem falado ao longo das últimas décadas de construirmos um modelo de Igreja comunional, mas todos conhecemos as dificuldades e impasses. Sem dúvida, que só uma comunidade que se interpreta em chave fraternal pode dar corpo a formas efetivas de comunhão. E o gesto – um maravilhoso gesto – foi o novo papa inclinar-se para acolher a oração do povo que pedia a bênção de Deus para o seu pastor. Quando o papa abençoou a Igreja e as mulheres e os homens de boa vontade, sentimos que uma nova estação começou.

Inauguração do Pontificado de Francisco I




O Papa Francisco lançou nesta terça-feira um apelo aos responsáveis económicos, políticos e sociais para “não permitirem que os sinais de destruição e de morte acompanhem o progresso do nosso mundo”. Todos devem ter “respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente”, sublinhou.
“Tudo está confiado ao homem. Quando o homem falha nessa responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, a destruição acontece”, disse, num registo em que se percebe a influência de Francisco de Assis, figura da Igreja cujo nome escolheu.
“Em todas as épocas há Herodes com projectos de morte, [que] destroem e desfiguram o rosto do homem e da mulher”, disse também, na homilia de inauguração do pontificado, na Praça de São Pedro, em Roma.
O novo líder dos católicos afirmou também que o “verdadeiro poder” de um Papa é “o serviço humilde, concreto”.
Ao comentar a leitura do Evangelho que invoca José, marido de Maria, mãe de Jesus, disse que o pontífice deve “abrir os braços para […] acolher com afeição e ternura toda a humanidade, especialmente os mais fracos, os mais pobres, os mais pequenos”.
“Não devemos ter medo da bondade, nem da ternura”, disse, em voz forte, provocando aplausos da multidão.
Francisco, que prestou homenagem ao seu “venerado antecessor”, Bento XVI, recebeu no início da cerimónia os símbolos que marcam o início do pontificado: o pallium – uma estola branca com uma cruz vermelha, que lhe foi colocada pelo cardeal protodiácono, o francês Jean-Louis Tauran; e o anel papal  – em prata dourada e não em ouro, em sinal de humildade – que lhe foi colocado na mão direita pelo decano dos cardeais, o italiano Angelo Sodano.
IN http://www.publico.pt/papa-francisco