mercoledì 14 novembre 2012

Ana Telles // Concerto para piano e orquestra - Joaquim dos Santos

É já no Sábado, dia 17 de Novembro, na Sala Principal do Teatro Municipal de Almada!

A pianista Ana Telles apresenta, pela primeira vez em Portugal, o Concerto para Piano e Orquestra do Pe. Joaquim dos Santos.

A Orquestra de Câmara da GNR dá corpo à partitura que será dirigida pelo maestro Jean-Sébastien Béreau.

O espectáculo é de entrada gratuita e tem o seu início às 21h30.


Vídeo Promocional

martedì 13 novembre 2012

16.11 - ore 12.00: Conferenza Profª ZULMIRA SANTOS a Roma Tre


Nell’ambito delle attività della Cattedra “José Saramago”,

venerdì 16 novembre, in aula 23, a partire delle ore 12:00,

la Professoressa ZULMIRA SANTOS terrà una conferenza su

La presenza portoghese nel mondo nel XVI secolo
e i suoi riflessi nella letteratura e nella cultura

Facoltà di Lettere e Filosofia - Università degli Studi Roma Tre - Via Ostiense, 234



Zulmira Santos è Professore Associato di Letteratura e Cultura Portoghesi (XVI-XVIII sec.) nel Dipartimento di Studi Portoghesi e Studi Romanzi, Facoltà di Lettere dell’Università di Porto, Portogallo. Le sue ricerche e pubblicazioni includono finzione e poesia della prima Età Moderna, Cultura e Letteratura Portoghese (XVI-XVIII sec.), Letteratura e Cultura Spagnola (XVI-XVIII sec.), storia del Libro e della lettura (XVI secolo); Letteratura Religiosa (XVI-XVII sec.).

Pubblicazioni principali:
 (Em colaboração) Bibliografia Cronológica de Literatura de Espiritualidade em Portugal, 1501-1700, dir. de José Adriano de Carvalho, Porto, Instituto de Cultura Portuguesa, FLUP, 1988;
. D. Maria, Princesa de Parma – Monumenta Sparsa, Porto, CIUHE, 1998;
. (Em colaboração) Da Memória dos Livros às Bibliotecas da Memória – I – Inventário da Livraria de Santo António de Caminha, Porto, Biblioteca da Via Spiritus – II, 1998;
. Edição, com introdução e notas, de O Feliz Independente de Teodoro de Almeida, Porto, Campo das Letras, 2001;
. (Em colaboração) Inventário da Livraria de S. António de Ponte de Lima, Porto, C.I.U.H.E., 2003;
. «Lei “política”, lei “cristã”: as formas da conciliação em Academia nos montes e conversações de homens nobres (1642) de Manuel Monteiro de Campos» in Península, Revista de Estudos Ibéricos, Humaniores Litterae. Cultura e Literatura nos séculos XV-XVIII, nº 1, Instituto de Estudos Ibéricos, FLUP, 2004, pp. 307-318;
. «Emblemática, memória e esquecimento: a geografia da salvação e da condenação nos caminhos do “prodesse ac delectare” na História do Predestinado Peregrino (1682) de Alexandre de Gusmão SJ [1629-1724]» in Actas do colóquio A Companhia de Jesus na Península Ibérica nos sécs. XVI e XVII. Espiritualidade e Cultura, Porto, CIUHE, 2004, pp. 581-599;
. «Entre Malagrida e Pombal: as Memorias da última condessa de Atouguia» in Península, Revista de Estudos Ibéricos, nº 2, 2005, pp. 401-416;
. «Cartas de exílio e melancolia: de Teodoro de Almeida (1722-1804) a Ribeiro Sanches (1699-1783)» in Correspondências. Usos da Carta no século XVIII (coord. de Vanda Anastácio), Lisboa, Ed. Colibri, 2005, pp. 121-131;
. «Vícios, virtudes e paixões: da novela como catecismo no século XVIII» in Península, Revista de Estudos Ibéricos, nº 3, 2006, pp. 187-199.

Generation Lusophonia: MONOCLE

http://www.monocle.com/Magazine/volume-06/issue-57/

IN http://p3.publico.pt/actualidade/media/4677/monocle-esta-na-hora-de-o-mundo-aprender-portugues

Monocle: está na hora de o mundo aprender português

Chama-lhe “Geração Lusofonia”. A “Monocle” dedicou 258 páginas a perceber o porquê de o português ser a “nova língua do poder e dos negócios”
 
POR Ana Maria Henriques

“Está na hora do resto do mundo começar a aprender um pouco de português.” Assim remata Steve Bloomfield o editorial da edição de Outubro da revista “Monocle”, que destaca a “Geração Lusofonia” e faz uma viagem intercontinental pelos falantes de português. São 258 páginas quase exclusivamente dedicadas ao tema, naquela que é a “maior edição da revista, quer editorial quer comercial”. Afinal somos 250 milhões de lusófonos no mundo inteiro.
Além de visitas ao Brasil, a Angola e a Moçambique, há relatos de uma viagem a Lisboa e ao Porto, aos Açores e à Comporta, no estuário do rio Sado, passando por Coruche, onde a família Amorim continua a trabalhar na maior indústria corticeira do mundo. Álvaro Siza Vieira fala da arquitectura nacional e em tanta revista existe ainda espaço para vários “tops” da lusofonia – e Portugal (ainda) não está tão mal classificado quanto isso.
As declarações de Dezembro de 2011 de Pedro Passos Coelho, em que o primeiro-ministro sugere aos jovens desempregados e professores que emigrem para países da lusofonia, não ficaram esquecidas e a “Monocle” recupera-as. Um terço dos jovens com menos de 25 anos não tem emprego e, como destaque num texto sobre portugueses emigrantes em Angola, mais especificamente em Luanda, a atitude do primeiro-ministro é posta em causa: “Muitos [jovens] aceitaram o conselho (...) A questão é: uma vez tendo saído, será que regressam?”
De 2003 para 2011, o número de cidadãos portugueses a viver, oficialmente, em Angola subiu de 21 mil para 100 mil. Este é, para a revista internacional, um “êxodo de executivos” e abrange uma questão maior: diz tanto do quanto Angola tem crescido nos últimos anos como do “desmoronamento de Portugal”. É a “Geração Lusofonia” em movimento.

Portugal: crise e cultura lusófona

A situação económica e social que Portugal enfrenta é mencionada amiúde (mas a palavra troika não foi encontrada), sempre em contraponto com outros dois países “que estão numa liga deles mesmos”: Brasil e Angola. É que, na lusofonia, o primeiro “está a liderar o caminho” e Angola vai no seu encalço. Entra aqui, claro, a questão do Acordo Ortográfico, não fosse esta uma edição com a língua como cerne. Portugal assinou um acordo que o obriga a “aceitar um grande número de [palavras com] ortografia brasileira.
Ainda no Atlântico, o repórter Andrew Muller faz “dez modestas sugestões” para colocar o arquipélago dos Açores no mapa (para a revista, estas ilhas são negligenciadas pelo continente). As ideias, ilustradas, têm tanto de relevante como de inusitado. Da fundação de uma Universidade da Lusofonia à criação de um estaleiro naval à semelhança dos de Viana do Castelo e da Lisnave, Muller passa para outras que até conseguem sacar uma gargalhada. “Os residentes podem precisar de ser convencidos”, escreve, mas qualquer uma das ilhas seria perfeita para a construção de uma prisão como a norte-americana de Alcatraz, desta feita para albergar condenados do Tribunal Penal Internacional.
No top das 20 pessoas ou entidades culturais da lusofonia que mais inspiram a “Monocle”, Portugal tem direito a oito. Logo o primeiro lugar é ocupado pelo colectivo de artistas Zigur, de Lamego, seguido, na quarta posição, pelo grupo Deolinda. O atelier de uma dupla de designers portugueses baseados em Macau, o Lines Lab, surge em sexto e, em sétimo, a RTP África, descrita como “a versão portuguesa da BBC”. O arquitecto português curador no MoMa, Pedro Gadanho, vem em nono. A música segue com João Barbosa, dos Buraka Som Sistema, em 12.º, e as duas últimas referências portuguesas, o colectivo de arquitectos Pitágoras e a jornalista do PÚBLICO Alexandra Lucas Coelho, ocupam os lugares 14.º e 15.º, respectivamente.
Brasil é, também, por estes dias, parte do nome de uma telenovela da TV Globo. A "Avenida Brasil" é filmada nos estúdios Projac, no Rio de Janeiro, e é o programa mais visto da televisão brasileira. Este país da América do Sul é o que tem mais dinheiro para investir em televisão, se comparado com os outros da lusofonia, bem como maior mercado (são 196 milhões de habitantes).
"Sentimos que o mundo lusófono é muitas vezes ignorado pelos outros (...) e era altura de alguém reparar", disse à agência Lusa Steve Bloomfield. A Comunidade de Países de Língua Portuguesa (cuja sede, em Lisboa, é vista à lupa num dos artigos da revista) inclui, diz Bloomfield, "países que estão a crescer economicamente e onde estão a acontecer coisas fantásticas". Tudo apesar dos "problemas económicos sérios" que Portugal encara.

 
 
TAMBÉM:
Generation Lusophonia: An insight into Monocle’s latest issue

The latest issue of British global affairs magazine Monocle explores Portuguese-speaking countries from cover to cover. From prospering companies and stunning architecture to pristine beaches, this copy was a relief from the constant bleak news surrounding Portugal and reveals how the Portuguese-speaking nations could buddy-up and prosper together.





27 ottobre scorso: Concerto di Fado in beneficenza per la Lega Italiana per la Lotta Contro il Tumore

Il Concerto è stato organizzato dalla LILT, Lega Italiana per la Lotta Contro il Tumore e FEDERAZIONE ITALIANA DONNE ARTI PROFESSIONI AFFARI.

CONCERTO DI BENEFICIENZA A FAVORE´DELLA LEGA ITALIANA PER LA LOTTA

CONTRO I TUMORI

Sabato 27 Ottobre 2012 ore 21,00

AUDITORIUM DI PALAZZO PRIMAVERA

Via G. Bruno, Terni


  ALVORADA

Com que voz

Il programma del concerto del gruppo Alvorada è interamente dedicato alla figura di Amalia Rodrigues e alle canzoni che l’hanno resa celebre in tu o il mondo.

Nato nelle balere e nei ritrovi di marinai, viaggiatori, povera gente, il fado è l’anima, l’essenza della cultura musicale portoghese dai primi del ‘900. Il fado è malinconia, nostalgia, speranza, passione. Amalia Rodrigues è stata la più grande interprete di questo genere musicale: profondamente radicato nella tradizione, il suo canto è stato capace di innovare e reinventare gli s,lemi ,pici del fado, portando le canzoni portoghesi dai locali malfama, alle più pres,giose sale da concerto di tu o il mondo, facendo scoprire ad un pubblico vas,ssimo il tesoro prezioso del repertorio fadista.

Assia Polito: voce, Lorenzo Salvatori: chitarra classica, Alessandro Nardini: chitarra classica, chitarra portoghese,

Bruno Erminero: pianoforte   PROGRAMMA

Naufragio
Maria Lisboa
Cravos de papel
Padre Ze
Com que voz
Destino
Madrugada de Alfama
Navio triste
Covilha cidade neve
Cuidei que tinha morrido

Contos Digitais de Grandes Autores Portugueses Grátis no DN

É com enorme prazer que informamos que está, desde dia 17 de Outubro, a ser disponibilizada a colecção "Contos Digitais de Grandes Autores Portugueses", um conjunto de 31 histórias curtas em suporte ebook, de alguns dos mais conceituados autores portugueses da actualidade.




Um projecto inovador concebido de raiz pela ESCRITÓRIO editora ( ideia original, coordenação editorial, desenvolvimento de ebooks e design de capas) e que agora o Diário de Notícias disponibiliza de forma totalmente gratuita, todas as quartas e sábados, até Janeiro próximo, através do seu site, mais propriamente através da Biblioteca Digital DN, projecto mais abrangente que acaba de ser inaugurado com esta acção.



Aravés da iniciativa, pretendemos fazer chegar ao maior número possivel de leitores ( Portugal, Brasil, PALOP, Timor, Portugueses, falantes e estudantes de Português em todo o mundo) a escrita de alguns dos nossos maiores autores, ainda para mais num formato que pouco espaço tem nos suportes e circuitos tradicionais: o conto.



Para terem acesso aos contos os leitores terão apenas de se inscrever no site do DN ( cliquem, por favor, na imagem em baixo). Os ebooks poderão ser lidos em PCs, tablets, ereaders e smartphones.



Para já, pode ler-se A Musa Irrequita, de Pedro Paixão, e "Cidade Líquida " de João Tordo.



Os autores , por ordem de saída dos contos, são:



Pedro Paixão
João Tordo
Rui Zink
Luísa Costa Gomes
Eduardo Madeira
Inês Pedrosa
Afonso Cruz
Gonçalo M. Tavares
Manuel Jorge Marmelo
Mário de Carvalho / Dulce Maria Cardoso
Pedro Mexia
Fernando Alvim
Possidónio Cachapa
David Machado JP Simões
Rui Cardoso Martins
Nuno Markl
João Barreiros
Raquel Ochoa
João Bonifácio
David Soares
Pedro Santo
Onésimo Teotónio Almeida
Mário Zambujal
Manuel João Vieira / Patrícia Portela
Nuno Costa Santos
Ricardo Adolfo
Lídia Jorge
Sérgio Godinho

Atenção à novíssima revista SUBMARINO

lunedì 12 novembre 2012

Enrico Franchi nella galleria IPSAR



agoràfollia

personale di Enrico Franchi

Il Rettore dell’Istituto Portoghese di Sant’Antonio in Roma Mons. Agostinho da Costa Borges, sotto l’alto patrocinio di S. E. l’Ambasciatore del Portogallo Presso la Santa Sede ha il piacere di invitare la S.V. all’inaugurazione della mostra dello scultore-orafo Enrico Franchi dal titolo agoràfollia, che si terrà venerdì 16 novembre a partire dalle ore 18.30 presso la Galleria d’Arte dell‘Istituto Portoghese di Sant’ Antonio in Roma.

La mostra, che sarà aperta al pubblico sino al 2 dicembre, si propone di illustrare, attraverso un soggettivo percorso artistico, intellettuale e speculativo, la ricerca di Franchi espressa, ora con occhio ironico ora con occhio doloroso, sulla follia denunziandone l’atemporale impulso degli uomini ad esercitare il potere.

Manuela Crescentini, studiosa e storica dell’arte scrive: “È come se, moderno Savonarola, Franchi concepisse la scultura come arma d’attacco al sistema e usasse la ripetitività seriale dell’installazione per amplificare l’assurdo della perdita d’identità, ragione e volontà, da cui non può che conseguire una catastrofe globale. La metafora è chiara e drammatica, la reazione richiesta obbligata: riappropriarsi della propria ragione e dunque della propria libertà”.



Inaugurazione: venerdì 16 novembre ore 18.30

La mostra rimarrà aperta fino al 2 dicembre 2012

Orari: dal martedì alla domenica: 17,00 – 19,30

Sede: Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma

Via dei Portoghesi, 6 - 00186 ROMA

Tel.: (+39)06 68 80 24 96

Ingresso libero.



www.ipsar.org



Ufficio stampa: Madia Mauro

347 0492505 email: madia.mauro@libero.it