mercoledì 13 gennaio 2016

MICHELE SCHISANO: Férias em português

Hoje é o nosso aluno MICHELE SCHISANO a falar-nos das suas férias em português com dois sotaques diversos… Boa leitura!!




As minhas ferias têm um tema: a língua portuguesa.

Eu e a minha namorada decidimos que pelo Natal não queríamos presentes, mas gostávamos mais de fazer uma viagem, e como eu estou a estudar português, decidimos ir a Lisboa, que alguns amigos disseram ser muito bonita, e sobre a qual nos deram algumas indicações.

Desde o 20 até a 22 de dezembro fomos a Lisboa. O hotel ficava numa posição ótima, no Chiado, e permitiu-nos passear por toda a cidade a pé.

Obviamente fomos a Belém, para visitar a torre e o Mosteiro dos Jerónimos (mas sobretudo para comer os pastéis de nata), e também fomos a Cascais, ver a imensidade do Oceano Atlântico.

Gostamos muito de Lisboa, mas dois dias não foram suficientes para visitar tudo... Depois tenho que regressar a Portugal no futuro.

 
Mas felizmente as minhas férias não estavam terminadas.

A 26 de dezembro parti com os meus pais e a minha irmã para o Brasil. Fomos ao Rio de Janeiro, onde mora um amigo italiano dos meus pais. Ele levou-nos a ver a cidade e deu-nos a conhecer uma maravilhosa e especial pequena cidade perto de Rio, Paraty.

A coisa de que gostei mais no Rio foi obviamente a praia. Ali é verão, está muito quente e Ipanema e Cobacabana estavam cheias todos os dias. As pessoas apanhavam sol, jogaram futevolei, ténis e divertiam-se.

Na última noite do ano, depois do jantar com os meus pais em Copacabana e depois dos fogos de artifício (um espectáculo único no mundo), fui a uma festa em casa de um rapaz (que é amigo dum meu amigo) numa favela... Inicialmente foi um pouco áspero, mas o meu amigo disse-me que estávamos num lugar tranquilo, e que não tínhamos de estar preocupados.

 

Infelizmente, a 2 de janeiro voltei para Roma, mas posso dizer que tive muita sorte em passar umas ótimas feiras!

 

MICHELE SCHISANO

martedì 12 gennaio 2016

ANNARITA MARINI: As férias de Natal

Publicamos hoje o texto da nossa aluna Annarita Marini, que nos fala das suas férias de Natal... e da necessária dieta que se lhes segue...
Obrigado, Annarita!


 
As férias de Natal são a época do ano mais temida e ainda a mais desejada. Mais temida pela quantidade de alimentos que os italianos tradicionalmente devoram e desejada pela oportunidade de estar em família, reunir-se e saudar os amigos.

No resto do ano não vemos os irmãos e os parentes, que vivem noutras partes da cidade, nem os amigos, que estão espalhados pelo mundo. No Natal estamos juntos.

Quando as crianças eram pequenas, gostava de procurar os presentes do Pai Natal e ver a sua alegria. Agora que eles cresceram, o valor do Natal é estar com a família. Os presentes, com tudo o que está relacionado com o consumismo, são felizmente uma questão menor.

Na minha família de origem, a tradição envolve uma ceia de Natal, que combina as tradições da cozinha da Umbria-Marche e romana. Regularmente o meu pai, na tarde de 24 de dezembro, pela primeira e única vez no ano, cozinhava pratos fritos. Começava a fritar às 18:00, por cerca duas horas... as alcachofras, os brócolos, o peixe, o bacalhau e as anchovas, e também os deliciosos bolinhos de maçã. O jantar também incluía massa com atum, o bacalhau com passas e ameixas secas e molho de peixe (enguia) marinado em vinagre, que eu não comia. Finalmente chegavam as muitas sobremesas que a minha mãe começava a preparar desde o início de dezembro. Depois do jantar, nós jogávamos cartas ou bingo, e íamos à missa da meia-noite de Natal. Era aqui que, para mim, o Natal acontecia.

Hoje, infelizmente, não é o meu pai que está na cozinha, mas continua a ser uma tradição a ceia de Natal. Na noite do dia 24 fomos a casa da minha mãe, embora hoje os alimentos sejam amplamente restritos. O dia de Natal foi comemorado com a família do meu marido e novamente a comida foi a estrela do dia.

No 26 de dezembro foi outra grande festa, pelo o aniversário da minha cunhada com o jantar num restaurante e dançar até ao amanhecer. Poucos dias tranquilos e depois novamente muita comida: a véspera de Ano Novo com os habituais velhos amigos. Mesmo no 1 de janeiro eu cozinhei o jantar para dez amigos e estivemos a conversar até as 2:00. Mas o dia mais importante de todos foi o 3 de janeiro, o aniversário da minha filha, comemorou em casa com 15 parentes. Felizmente o meu marido é bom na cozinha e ajudou-me muito.

Este ano foram respeitados todos os passos da tradição, com o prazer adicional de estar junto ao meu marido e ao meu filho. Eles moram em Lisboa e estavam em Roma para as férias de Natal. As férias voaram num instante e eles voltaram para Lisboa na tarde de domingo, porque tiveram de voltar para a escola e para o trabalho, sem celebrar a Epifania, como na Itália.

Eu realmente queria fazer uma viagem para alguma cidade na Umbria ou na Toscana, mas o tempo voou e eu consegui ir só uma noite ao cinema para ver Star Wars. O tempo para preparar a “meia” da Epifania do Senhor, e, finalmente, de voltar ao trabalho e iniciar uma dieta...

 

ANNARITA MARINI

Guilherme Parente

Uno dei primi artisti ad esporre nella galleria dell'Istituto Portoghese di Sant'Antonio a Roma, l'acclamato pittore portoghese GUILHERME PARENTE, inaugura a breve una nuova mostra.
Tanti auguri a Guilherme Parente!

lunedì 11 gennaio 2016

CHRISTINE VITALI: Natal em família


A nossa aluna CHRISTINE VITALI brinda-nos com este texto divertido sobre o seu Natal em família – com o vocabulário das relações familiares fresco fresco!

Muito e muito obrigado, Christine.

A fotografia – também por ela enviada – retrata o seu filho e o seu sobrinho ao lado da avó.

 


 
O Natal dos nossos tempos não tem muitas ligações com o nascimento de Jesus. Tornou-se um pretexto para reunir a família, partilhar refeições, presentes e tempos livres, e tentar expressar amor e estima aos membros da família e também aos amigos. Assim, Natal é uma festa feliz, muito bem-vinda e internacional.

Eu faço férias de Natal muito especiais: estou com a família de meu ex-marido, mas sem ele! Porque divorciei-me dele, mas não me divorciei-me da sua família.

Estou com os nossos 3 filhos (2 filhas e um filho). E com os avós deles (que são o meu sogro e a minha sogra), os tios e as tias deles (que são os meus cunhados e as minhas cunhadas), os primos e as primas deles (que são os meus sobrinhos e as minhas sobrinhas). Todos com o/a relativo/a esposo/esposa. Obviamente, estas frases têm de ser lidas com a palavra "ex" a frente da relação, exceto para os meus filhos!  Há também o meu genro (que é o cunhado dos meus outros filhos) e a minha neta (que é a sobrinha deles); alem do mais, há a primeira mulher de meu ex-marido com o suo parceiro.

Somos um grupo de 20 pessoas + 3 cães. As idades vão dos 2 anos (a minha neta) até aos 96 anos (os meus sogros). Usualmente moramos em 5 países diversos e falamos 3 línguas. No Natal encontramo-nos na Toscana, cada ano numa cidade diferente. Ninguém gosta de cozinhar, então para fazer umas férias mais tranquilas, ficamos num hotel com restaurante.

Os nossos quartos no hotel são todos no mesmo andar (ou, se não é possível, nos dois andares) e passeamos entre eles para fofocar e dar-nos as ultimas noticias. Os cães ficam muito contentes de toda esta confusão.

No dia 24 dezembro à noite, jantamos no hotel. Depois do jantar, noutra pequena sala privada, jogamos jogos de sociedade e trocamos presentes. Cada pessoa só oferece uma prenda, então há 20 presentes para 20 pessoas e lançamos à sorte para saber quem recebe o quê. A menina mais nova distribui-os. À meia-noite, alguns vão à igreja para a missa do Natal.

No dia 25 dezembro, dia do Natal, é um dia descontraído. Damos um passeio na cidade (embora todas as lojas estejam fechadas), admiramos os monumentos locais, almoçamos juntos no restaurante por horas e sentamo-nos nos cafés.

No dia seguinte, todos os membros da família voltam para a própria casa depois de almoçar juntos.

O nosso Natal é uma oportunidade para encontrar-se e passar tempo agradável em família.

 

CHRISTINE VITALI

L’artista portoghese Bordalo II per la prima volta a Roma con una delle sue speciali creature

 
 
FORGOTTEN  
 
L’ARTE URBANA RENDE OMAGGIO ALLA STAZIONE  
DI SAN PIETRO DI ROMA 

 
L’artista portoghese Bordalo II per la prima volta a Roma con una delle sue speciali creature 

 
Dal 18 gennaio l’artista Bordalo II sarà a Roma per circa una settimana per realizzare una delle sue speciali creature con materiali di scarto. Biciclette rotte, pezzi di auto, pneumatici e colori serviranno infatti per realizzare la sua opera. Il luogo scelto dallo scultore sarà la stazione San Pietro che, con i suoi 253 treni al giorno è  la stazione dalla quale parte la linea ferroviaria  internazionale più corta del mondo – la San Pietro – Città del Vaticano - che collega “l’Italia con lo Stato del Vaticano”.  
L’intervento presso la Stazione San Pietro, di proprietà di Rete Ferroviaria Italiana (Gruppo FS), racconta della profonda metamorfosi delle aree urbane: le principali stazioni di accesso alla città di Roma, costruite all’inizio del XX secolo, sono diventate centralissime a seguito della fisiologica espansione della metropoli e sono attualmente utilizzate per il trasporto pubblico locale ed extra-urbano registrando picchi di affluenza incredibilmente alti. Forgotten decide di affrontare la tematica delle stazioni del trasporto metropolitano di superficie per rimarcarne non solo l’importanza storica, ma anche le potenzialità future in quanto valida alternativa al trasporto pubblico di gomma. 
Nei pressi dell’ingresso della stazione, lo scultore irriverente Bordalo II trasformerà i rifiuti urbani in un grande bassorilievo e darà corpo ad uno dei suoi animali dai colori vivaci e impattanti che fungono da monito verso un destino che rischia di essere loro avverso, minacciati da una realtà urbana sempre più ingombrante.  
Le sue opere costituiscono quasi sempre una critica alla società consumista che non riesce a vedere la bellezza che può scaturire anche dai rifiuti che essa stessa produce. 
Le sue creature sono state avvistate in città della Francia, della Germania, della Polonia, del Regno Unito, della Norvegia, dell’Azerbaijan e degli Stai Uniti, oltre che su quasi tutto il territorio del Portogallo. A Roma realizzerà la sua prima opera per Forgotten. 
In occasione della presentazione dell’opera alla città, domenica 24 gennaio saranno organizzate passeggiate alla scoperta delle curiosità legate all’area dell’intervento e alla tematica affrontata dall’artista (maggiori dettagli nel prossimo comunicato). La giornata, sarà l’occasione per presentare le serigrafie degli artisti che hanno deciso di aderire al progetto, nonché di portare avanti la campagna di fundraising per finanziare il prossimo intervento. 
Per questo intervento Forgotten è affiancata, come partner culturale, dall’Associazione Rovescio, organizzazione no profit che si occupa della promozione e diffusione dell’arte urbana, con un focus sul territorio di Roma.  
Forgotten è un progetto urbano che mira a porre in luce alcuni edifici della città di Roma che negli anni, a causa di fattori legati alla inevitabile espansione della città stessa, al cambiamento delle abitudini dei cittadini, sono stati in qualche modo “dimenticati” o rischiano di esserlo e prospettano un futuro piuttosto incerto.  
Il progetto vede il coinvolgimento di cinque artisti dell’arte urbana portoghese, molto apprezzata negli ultimi anni in Europa e nel Mondo, invitati per la prima volta a realizzare opere murali nella città di Roma, ciascuno con la propria personalissima tecnica. 
Questo progetto, promosso dal MACRo è patrocinato dall' Ambasciata del Portogallo, la Casa dell'Architettura di Roma, l'Assessorato al Comune di Roma e il Municipio XIII, ed è reso possibile  grazie al contributo dell' Ambasciata del Portogallo, dell' Istituto di Cultura Camões, e di una campagna pubblica di fundraising. 
La realizzazione dell'intervento è stata possibile grazie alla collaborazione del gruppo Ferrovie dello Stato Italiane. 
 
Technical Sponsor: Tap Portugal, Oikos, Silkprint, Hurom

Foto a cura di Paolo Darra /  Video a cura di Leonardo Meuti 

Progetto a cura di Hugo Dias e Alessandra Arpino  
 
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Responsabile Ufficio Stampa:
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Tolentino sul blog del Centro Studi Pier Paolo Pasolini

 
 
 
 
Il religioso portoghese José Tolentino Mendonça, tra i più significativi poeti della letteratura portoghese contemporanea, annovera tra le sue coltissime fonti d’ispirazione, specie bibliche, anche Pasolini, di cui ama la tensione “profana” al mistero del sacro.Un grazie sincero a Francisco de Almeida Dias, autore dell’articolo che, qui ripubblicato col suo consenso, è stato scritto in occasione del “Premio Letterario Res Magnae 2015” conferito a Roma nel novembre di quest’anno a  Mendonça per il libro La mistica dell’istante. Tempo e Promessa (ed. Vita e Pensiero, Milano 2015).
 
Tolentino Mendonça: l’Italia riconosce di nuovo il poeta lusitano e “pasoliniano”di Francisco de Almeida Dias
http://ytali.com – 27 ottobre 2015
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Blog Molteni/CSPPP
 
 
 

Bom ano novo!

2016
dois mil e dezasseis
MMXVI
 
ano novo
ano bom


um ano glorioso para todos os nossos leitores!