mercoledì 10 giugno 2015

10 de junho pelos nossos alunos: Federico Anselmi



Portugal ... Portugal é o objetivo de todos os viajantes, porque se sabe que é de lá que veio o conhecimento da palavra "viagem".

Uma terra cheia de sentimentos contraditórios, uma população que sofre de Saudade quando não se encontra dentro das suas fronteiras é o imenso amor do seu povo pela terra mãe, que se renova dia após dia, apesar de sofrer e dos obstáculos.

Portugal é sincero, abraça-te e não te deixa partir, é o toque das suas guitarras limpo e claro, como as águas que o cercam, é uma vida forte, que nasce e cresce, transmitida ao longo de gerações, é a dureza de seu interior que combina perfeitamente com a magnificência e a vivacidade das suas cidades.

De certo modo é também uma terra "traída", que tem dado tanto não recebendo o suficiente, a sua cultura, formada ao longo dos séculos entre os períodos de opressão e liberdade tem sua forma definitiva que é e continua a ser um modelo para o mundo inteiro como está escrito nos livros na Livraria “Lello e Irmão”.

Portugal é um amigo que se mantém fiel ao longo do tempo, como o bacalhau que está no seu prato, tem um aroma de especiarias que se respira no ar das suas ruas, com azulejos, é o momento de uma bica, é um pastel provado na companhia de Pessoa, são roupas coloridas penduradas de fora, nas ruas, que compõem um espetáculo emocionante para viver.

Portugal é fado Amália, o concreto do Marquês de Pombal, é a Revolução dos Cravos de 25 de abril, são os livros de Saramago, é o San José do Azulejos, o sol que bate no seu rosto com o vento fresco do mar que o acaricia ao mesmo tempo.

Portugal é a minha terra, aquele onde vive a minha alma, mesmo quando não é acompanhada pelo meu corpo.


"O fado não é nem feliz nem triste, é a alma fadiga forte, o olhar de desprezo de Portugal para o Deus a quem ele acreditava, e que, em seguida, abandonada na parte de trás do fado, legítimo e agora ..." Fernando Pessoa, 1926.

FEDERICO ANSELMI

2 commenti:

mtt cnl ha detto...

complimenti! un testo emozionante e "de core": capisco perché i pasteis de nata ti vengono così bene!

Beatrice Giovenchi ha detto...

Tutto quello che fai diviene capolavoro!!